O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, na tarde desta quarta-feira (7), a sessão plenária em que julga as ações que contestam as emendas de relator, mais conhecidas como orçamento secreto, cuja transparência é questionada. As ações foram protocoladas por três partidos de oposição ao governo: Psol, Cidadania e PSB. Os partidos pedem que o orçamento secreto seja considerado inconstitucional.

Na sessão desta quarta-feira (7), os ministros do STF não se manifestaram. As falas foram abertas para os partidos, a Advocacia-Geral da União e Procuradoria-Geral da República. O STF suspendeu a análise e deve retomar com a pauta na próxima quarta-feira (14). A expectativa é que, na próxima semana, sejam divulgados os votos da relatora e dos demais ministros.
O julgamento foi marcado pela presidente do STF e relatora da matéria, Rosa Weber, que abriu a sessão lendo o relatório do processo e, logo em seguida, deu um intervalo regimental de um hora antes de iniciarem as falas. As emendas de relator permitem que os parlamentares enviem recursos a seus redutos sem serem identificados. O orçamento secreto previsto para 2023 é de R$ 19,4 bilhões.





Uma resposta
Perguntar não ofende , o que adianta barrar e suspender o tal orçamento secreto , se nós brasileiros não sabemos o destino para onde foi dirigido os valores liberados , onde foi gasto, quem e quanto cada parlamentar teve em mãos em R$ para gasta , onde foram investidos esse montante.