A reportagem da Folha de Sergipe teve acesso neste sábado, 06, a denúncia formulada pelo senhor Luis Carlos Almeida Noronha, pai de aluna do Colégio Estadual Dr° Leonardo Gomes de Carvalho Leite, na cidade de Cristinapólis, região sul de estado, onde ele responsabiliza o ex – vereador e pré – candidato ao cargo, Aginerio da Silveira Góes Sobrinho [diretor da escola] por atuar de forma obscura e de interesse político eleitoral.

De acordo com Luís, sua filha [IDN] após ter sido escolhida por méritos pelo professor para a função de monitora escolar na matéria de matemática, foi preferida por decisão de cunho alheio a função. Que é o de contribuir com o melhor desenvolvimento e ação da atividade escolar.

“Minha filha foi escolhida por reconhecimento, dedicação e qualificação “, destacou.
Só que, infelizmente, segundo o pai de IDN, o diretor da unidade a excluiu.
“Aginerio de forma arbitrária retirou o professor, alegando que o estado mandou tirar os professores – monitores. E, deliberadamente, ele retirou os alunos indicados para a monitoria. Retirando a minha filha e mais dois alunos “, revelou.
De forma contínua, o professor questionou o diretor por posicionamento arbitrário. Recebendo na sequência, na sala da diretoria o pedido de desculpas. Dizendo não ter nada contra a família do senhor Luis Carlos.
“Mas, de forma descarada, ele perguntou se a minha filha já tinha retirada o título. Ou seja, com a intenção clara de cantar o voto”, ressaltou.
Prosseguindo, a estudante revelou já ter retirado o documento de validação eleitoral, mais o surpreendeu de que não votaria nele.
“É um cara que eu tinha respeito”, desabafou. Ato continuo, Luís Carlos procurou a DRE (Departamento Regional de Educação), sendo informado que a denúncia deveria ser feita por meio de ofício.
“O professor negou o pedido de desculpas do diretor. E de forma indignada manifesto meu repúdio a essa situação. Que desmandos acabem nas unidades de ensino”, concluiu.




