CARLOS BATALHA: “SEXTA-FEIRA DE CAOS EM ARACAJU”!

CARLOS BATALHA: “SEXTA-FEIRA DE CAOS EM ARACAJU”!

 

 

O MEU DIREITO ACABA QUANDO COMEÇA O SEU.

O primeiro capítulo da Constituição Federal, a partir do Artigo 5°, que trata-se do direito de ir e vir, e sobre quando acaba o meu direito, e começa o do outro.

Aracaju viveu uma sexta-feira de caos no trânsito, cortes de pontos nos empregos, engarrafamentos gigantescos e transtorno geral na cidade. Tudo o que se passou em nossa capital deveu -se a ações arbitrárias e inaceitáveis de alguns sindicalistas(pseudos trabalhadores) do setor rodoviário de nossa capital que resolveram criar um movimento absurdo de paralização dos serviços, sem haver sequer chegado a data base de negociações que é 01 de março.

Não há nada que justifique um movimento de protesto onde a população e até mesmo trabalhadores da área reclamante saiam prejudicados.

Na própria categoria dos rodoviários existiam discordâncias entre a associação e o sindicato.

Se fosse ouvido um lado,

as colocações eram umas, ouvindo-se o outro lado as reivindicações eram outras.

No meio do fogo cruzado, a população.

Homens, mulheres e crianças eram forçados a descer dos coletivos e tinham que caminhar quilômetros para chegar ao destino.

Doentes com consultas e exames marcados há meses ficaram prejudicados porque meia dúzia, ou até mesmo um dúzia de manifestantes resolveram badernar.

Pneus foram cortados, vidros de coletivos quebrados, para atender interesses ocultos de algumas pessoas e não da maioria da categoria, mesmo porque para cada motorista ou cobrador insatisfeito existem centenas de desempregados nas garagens das empresas querendo vagas para trabalhar.

Duras medidas punitivas deveriam ser tomadas contra alguns sindicalistas(não são todos) que se aproveitam dos cargos de dirigentes( que funcionam em alguns casos como empregos), fazendo com que(muitos deles) alcancem projeção política às custas de muitos ingênuos que são usados como massa de manobra para que eles alcancem seus objetivos, a exemplo de uma certa figura oriunda de São Bernardo, e que chegou onde chegou, tirando partido destas situações

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