Barra registra expansão socioeconômica sem precedentes em Sergipe e prefeito Airton Martins diz que “agradece a Deus”

Não é pouca coisa o que se anuncia de positivo nos horizontes do município da Barra dos Coqueiros nestes próximos três anos – 2026, 2027 e 2028. Como também é lícito dizer que não foram poucas as ações positivas que aconteceram em favor desta cidade nestes últimos 20 anos, de 2006 até este 2026, desde que foi inaugurada a Ponte Construtor João Alves – tida como um divisor de águas para a cidade.

Bastaria o anúncio da construção ali da Usina Termelétrica II – sim, na Barra já existe em funcionamento a UTE I -, feito pela Eneva num investimento de R$ 7 bilhões e com previsão de funcionamento até 2028, para que “o muito de positivo nos horizontes” da Barra dos Coqueiros ganhasse um tom superlativo. Uma dimensão bem maior.

Mas, para melhorar o bom que vem via esta UTE II, este empreendimento não é a única grande novidade nos caminhos da Barra. Conforme fora comunicado via esta Coluna Aparte na sexta-feira da semana passada, dia 20, o governador do Estado anunciou para valer um pacote de R$ 104 milhões em obras infraestruturantes para a Barra. Não são coisas de um vir a ser improvável. Ou distante.

São obras pra já. Ali mesmo naquele dia 20 já foram assinadas ordens de serviço para duplicação e restauração da rodovia SE-100, no trecho que liga a Barra dos Coqueiros ao Terminal Portuário de Sergipe, com investimento de quase R$ 97 milhões, autorizada a construção de uma ponte sobre o Rio Pomonga, no povoado Touros, de R$ 2,413 milhões e anunciada a execução da iluminação cênica da Ponte Construtor João Alves, orçada em R$ 2,365 milhões. Além da implantação de um Centro de Diabéticos no município, no valor R$ 1,8 milhão.

Virão, ainda, um viaduto ligando a zona de entrada da cidade, aquela rotatória, à Rodovia SE-100 – a Cesar Franco, em direção Pirambu -, e a duplicação da rodovia-avenida do pé deste viaduto até a Praia da Costa – espaço que já recebeu profundas melhoras da Barra da gestão municipal.

Paralelo a este pacote de coisas, virá também, já estando licitada, a segunda ponte Aracaju-Barra, o big investimento no valor de mais de R$ 840 milhões, produzindo todo um belo complexo viário que vai transformar as mobilidades urbanas das duas cidades – de Aracaju e da Barra.

Na quarta-feira, dia 25, enquanto o governador Fábio Mitidieri e Lino Lopes Cançado, CEO da Eneva, visitavam o canteiro de obras da futura UTE II, Airton Martins, 64 anos, PSD, sob um capacete de obreiro, era um dos convidados de honra e parecia embevecido com tudo de positivo que se passa na vida desta cidade que vai fazer 73 anos no próximo dia 25 de novembro deste 2026 e que permaneceu por mais de 40 como um arrabalde entanguido, encolhido e mirrado, amarrado aos pés de Aracaju, de quem se emancipara em 1953.

Para além de parecer embevecido com a positividade do futuro, Airton Martins, em conversa com a Coluna Aparte, dava-se por profundamente contente e agradecido por constatar que o salto quântico, logo detectável do passado recente, do presente e desse futuro da Barra, coincidiu frontalmente com a presença dele no comando ou à beira das decisões do município.

Airton Martins está prefeito pela quarta vez, tendo sido eleito em 2004, 2012, 2016 e 2024 depois de passar por três mandatos consecutivos de vereador – 1992, 1996 e 2000. Naquele jeitão simples dele, Airton olha para o que se passou com a Barra nestes últimos 20 anos, com ela pulando de 17 mil para 50 mil habitantes, virando alvo da cobiça por boas moradias da classe média e recebendo tantas transformações, e conclui que tem algo superior protegendo a ele e ao município.

“Eu sou um homem de sorte, e isso não é somente obra do acaso. Só pode ser uma iluminação de Deus. Por isso, agradeço a Ele todo santo dia por tudo de bom que me aconteceu e tem acontecido comigo e com a Barra dos Coqueiros”, diz Airton à Coluna Aparte.

Diante de tanta coisa que se passa com a Barra, Airton Martins para pra uma conversa direta, franca e proveitosa com a Coluna Aparte. O resultado vai a seguir.

Airton Martins: “Só pode ser iluminação de Deus. Agradeço a Ele todo santo dia”
Aparte – A primeira ponte Aracaju–Barra foi construída quando o senhor era prefeito de primeiro mandato. O senhor viveu aquele processo com que expectativa?
Airton Martins – Eu vivi aquilo com muita ansiedade de ver o progresso chegar à minha querida Barra dos Coqueiros. Ali era o crescimento da Barra encabeçado pelo governador João Alves Filho e ele sequer me ouvia – daí a ansiedade -, porque na época era meu adversário. Eu não votava nele. Já votei com Marcelo Déda, que lhe tomou o mandato.

Aparte – Mas o senhor considerava a ponte um marco fundamental?
AM – Ah, claro. Foi bem assim. Perfeito. Por causa dela, tivemos que arrumar a cidade meio que às pressas, porque não tinha transporte. Foi uma confusão danada e aí vieram os táxis entrando na Barra, fazendo lotação e soterrando os tototós que tinham enorme utilidade antes da ponte.

Aparte – Então a Ponte Construtor João Alves exigiu do gestor da cidade uma nova dinâmica?
AM – Foi, porque ela sinalizou uma coisa que começou a desenvolver a cidade muito rapidamente e a gente que estava no poder teve de correr para acompanhar as coisas numa dimensão que estão hoje. E o que fizemos? Fizemos o Plano Diretor para delimitar toda essa nova realidade. Veja que a ponte é de 2006 e o Plano Diretor foi feito em 2007. E não estamos sonhando quando digo que a Barra chegará aos 100 mil habitantes nos primeiros das década de 2030. Estamos é preparando hoje ela para essa nova realidade.

Aparte – A ponte é inaugurada em 24 setembro de 2006 e João Alves perde a reeleição. Ele achou que ia ser reeleito com ela.
AM – A verdade é que ele perdeu a eleição com a ponte. Por que? Porque para fazê-la ele deixou o sertão todo esburacado, abandonado, e lhe veio a resposta negativa do interior. Diferentemente de Fábio Mitidieri, que para dotar a Barra de uma nova ponte, porque é uma necessidade nossa e de Aracaju, não está abandonando região nenhuma do Estado. É por isso que não vejo risco para a reeleição de Fábio neste ano de 2026.

Aparte – Depois, ainda sob gestão sua, veio a usina eólica.
AM – Vieram a eólica e a termoelétrica – a UTE I. Primeiro veio a eólica, depois veio a termoelétrica.

Aparte – Essas duas instituições foram boas para a economia da Barra?
AM – Foram. Mas a termoelétrica foi muito mais. A outra não teve muito retorno, mas a termoelétrica foi um retorno espantoso. A eólica teve mais impacto na área ambiental, já termoelétrica deu uma dinâmica à estrutura financeira do município.

Aqui nesta rotatória, nascerá o primeiro viaduto da Barra rumo a Pirambu e à Praia da Costa
Aparte – A termoelétrica I continua sendo importante para a Barra dos Coqueiros?
AM – Continua sendo, pincipalmente por causa do ICMS. O da Barra ICMS aumentou muito depois da termoelétrica. Mas a grande esperança virá da UTE II, que estamos vendo aqui as obras espoucando por tudo que é lado, com um investimento de R$ 7 bilhões, três mil empregos diretos até a conclusão em 2028 e depois insumo energético para uma nova realidade industrial não só da Barra e de Sergipe, mas de todo o Nordeste. Anote aí: depois da UTE II, Sergipe nunca mais será o mesmo.

Aparte – Paralelamente a tudo isso veio o boom imobiliário e o senhor estava como prefeito também.
AM – Esse boom imobiliário de que você fala veio principalmente porque nós fizemos o Plano Diretor sustentável, para a cidade crescer organizadamente, porque senão ia ser uma confusão daquelas, bem danada. Então fizemos o Plano Diretor para receber esses empreendimentos.

Aparte – O senhor acha que esse Plano Diretor ajudou nesse boom imobiliário ou falta algo?
AM – Ajudou muito, porque coube a ele delimitar as áreas de construção de algumas coisas para não ter problema de investimento em nenhuma área.

Aparte – Mas o senhor acha que o Plano Diretor da Barra é o suficiente para esse avanço que ela está vivenciando hoje, ou já precisa de mudanças?
AM – Sim, é o suficiente, mas com uma ressalva: nós vamos agora fazer uma mudança no Plano Diretor. Mas é claro que a Barra se organizou por causa do Plano Diretor que nós fizemos lá em 2007. Não fosse ele, seria um deus-nos-acuda.

Aparte – Mas o senhor acha que aquele Plano Diretor de 19 anos atrás já está carente de uma atualização?
AM – A vida é dinâmica e a expansão imobiliária também. Ele está precisando de alguns ajustes para alterar algumas coisas e com mais de 10 anos tem que estar sempre se adequando à realidade do município. É natural.

Airton Martins e a alegria dos contratos: só neste mês, foram assinados protocolos de R$ 104 milhões com o Governo do Estado
Aparte – Por uma coincidência, vem agora o anúncio da segunda ponte, já com a licitação e o senhor de novo no comando da cidade.
AM – Com certeza isso me agrada, e ainda com um governador com quem posso conversar, diferentemente do da primeira ponte. E me agrada porque se não fizéssemos essa segunda ponte, logo-logo não ia ter mais condições da gente sair e de entrar na cidade da Barra dos Coqueiros. É muito fluxo. Então vai vir aí a duplicação das rodovias, que o governador já deu ordem de serviço, daquela que liga o Centro da Barra ao porto de Sergipe. Também a que liga a rotatória à Praia da Costa, e ali vai ter um viaduto, que foi um compromisso que nós assumimos com o governador. Eu falei muito nesse viaduto na minha campanha em 2024 e agora o governador mandou fazer o projeto e já vai licitar.

Aparte – Mas não fujamos da ponte nova não. O senhor diria que ela é tão importante ou mais do que a primeira ponte?
AM – Com certeza eu diria que é hoje mais importante. A Barra se desenvolveu muito e agora estamos precisando de uma nova entrada e saída da cidade. E a localização foi muito boa, porque para Aracaju também vai ser ótima.

Aparte – E como é que o senhor recebe esse empreendimento da Eneva agora, prometendo R$ 7 bilhões de investimentos no município?
AM – É algo mais do que ótimo para a cidade, para o desenvolvimento, para a melhoria financeira do município. Melhora a parte financeira do ICMS.

Aparte – O senhor sonha com uma Barra de 100 mil habitantes. Mas a gestão estaria preparada para uma Barra de 100 mil habitantes em mais 10 anos?
AM – A Prefeitura do Município da Barra está se preparando para isso. Esta população vai chegando juntamente com as ações e intervenções da gestão no corpo da cidade. Nós estamos fazendo grandes avenidas, como a duplicação da Mangabeira e uma que sai dela e desemboca na SE-100, passando pelo loteamento Colorado. Vai ser uma maravilha de desafogo. Mais uma aqui no Bairro Baixo, já saindo da Atalaia Nova – estamos fazendo a primeira etapa agora, o asfalto. Fizemos a rodovia que liga a Barra até a Atalaia Nova, que era um sonho da população. São três quilômetros da Praia da Costa até a Atalaia Nova. Fizemos a Praça do Turista e o turismo melhorou muito ali. Os bares estão cheios de segunda a domingo e vamos licitar a construção de novos bares.

Aparte – Onde fica o Bairro Baixo?
AM – Esse Bairro fica na beira do Rio Sergipe e tem uma saída ali, para entrar para a Barra do Coqueiros, que é a Estrada Real, a estrada antiga do município e que passa por trás do Alphaville, do novo empreendimento da Construtora Celi, do Colorado II. Tudo aquilo passa por essa rodovia e vai servir para desafogar o trânsito, porque temos que encontrar novas saídas. A Barra não pode deixar de ser uma sedução pros sergipanos por causa do trânsito ruim. Não vamos permitir isso.

Aparte – Tudo isso que o senhor fala aí acha que ocorre até 2028?
AM – Acho. A duplicação da SE-100 até o Terminal Portuário Inácio Barbosa estará pronta em 365 dias – a obra é para um ano. Então, em um ano já estaremos interligando uma rodovia, entrando ali na Mangabeira, saindo lá nessa rodovia.

Aparte – Essa ligação nova da Mangabeira também é obra para um ano?
AM – Não. Essa é para daqui a uns seis meses. A Barra está se desenvolvendo muito, agora vai crescer muito mais e a gente tem planos para o futuro, para melhorar a qualidade de vida no trânsito. Na saúde, nós vamos construir uma UPA 24 horas com internamento. Não podemos demorar.

Aparte – Em que imediações?
AM – Na Avenida Mangabeira, ali na entrada dela. Aquele terreno grande que fica ali em frente onde seria a sede do Shopping da Barra, vamos fazer ali alguns prédios, outras coisas da Prefeitura além dessa UPA que eu citei. Aquela área nós colocamos no Plano Diretor, e quem faz empreendimentos em grandes áreas tem que doar uma área para a Prefeitura construir praças, áreas de saúde, escolas.

Aparte – Enfim, qual é a leitura que o senhor faz dessas coincidências de avanços e com a sua presença na gestão da cidade?
AM – Eu só posso dizer que sou um homem de sorte, e isso não é somente obra do acaso. Só pode ser uma iluminação de Deus. Por isso, agradeço a Ele todo santo dia por tudo de bom que me aconteceu e tem acontecido comigo e com a Barra dos Coqueiros.

Nova Ponte Aracaju-Barra: projeção virtual de uma obra de R$ 840 milhões. Solução para a cidade
Aparte – Por uma coincidência, vem agora o anúncio da segunda ponte, já com a licitação e o senhor de novo no comando da cidade.
AM – Com certeza isso me agrada, e ainda com um governador com quem posso conversar, diferentemente do da primeira ponte. E me agrada porque se não fizéssemos essa segunda ponte, logo-logo não ia ter mais condições da gente sair e de entrar na cidade da Barra dos Coqueiros. É muito fluxo. Então vai vir aí a duplicação das rodovias, que o governador já deu ordem de serviço, daquela que liga o Centro da Barra ao porto de Sergipe. Também a que liga a rotatória à Praia da Costa, e ali vai ter um viaduto, que foi um compromisso que nós assumimos com o governador. Eu falei muito nesse viaduto na minha campanha em 2024 e agora o governador mandou fazer o projeto e já vai licitar.

Aparte – Mas não fujamos da ponte nova não. O senhor diria que ela é tão importante ou mais do que a primeira ponte?
AM – Com certeza eu diria que é hoje mais importante. A Barra se desenvolveu muito e agora estamos precisando de uma nova entrada e saída da cidade. E a localização foi muito boa, porque para Aracaju também vai ser ótima.

Aparte – E como é que o senhor recebe esse empreendimento da Eneva agora, prometendo R$ 7 bilhões de investimentos no município?
AM – É algo mais do que ótimo para a cidade, para o desenvolvimento, para a melhoria financeira do município. Melhora a parte financeira do ICMS.

Aparte – O senhor sonha com uma Barra de 100 mil habitantes. Mas a gestão estaria preparada para uma Barra de 100 mil habitantes em mais 10 anos?
AM – A Prefeitura do Município da Barra está se preparando para isso. Esta população vai chegando juntamente com as ações e intervenções da gestão no corpo da cidade. Nós estamos fazendo grandes avenidas, como a duplicação da Mangabeira e uma que sai dela e desemboca na SE-100, passando pelo loteamento Colorado. Vai ser uma maravilha de desafogo. Mais uma aqui no Bairro Baixo, já saindo da Atalaia Nova – estamos fazendo a primeira etapa agora, o asfalto. Fizemos a rodovia que liga a Barra até a Atalaia Nova, que era um sonho da população. São três quilômetros da Praia da Costa até a Atalaia Nova. Fizemos a Praça do Turista e o turismo melhorou muito ali. Os bares estão cheios de segunda a domingo e vamos licitar a construção de novos bares.

Airton Martins: quatro vezes prefeito e três vezes vereador, numa vida dedicada à Barra
Aparte – Onde fica o Bairro Baixo?
AM – Esse Bairro fica na beira do Rio Sergipe e tem uma saída ali, para entrar para a Barra do Coqueiros, que é a Estrada Real, a estrada antiga do município e que passa por trás do Alphaville, do novo empreendimento da Construtora Celi, do Colorado II. Tudo aquilo passa por essa rodovia e vai servir para desafogar o trânsito, porque temos que encontrar novas saídas. A Barra não pode deixar de ser uma sedução pros sergipanos por causa do trânsito ruim. Não vamos permitir isso.

Aparte – Tudo isso que o senhor fala aí acha que ocorre até 2028?
AM – Acho. A duplicação da SE-100 até o Terminal Portuário Inácio Barbosa estará pronta em 365 dias – a obra é para um ano. Então, em um ano já estaremos interligando uma rodovia, entrando ali na Mangabeira, saindo lá nessa rodovia.

Aparte – Essa ligação nova da Mangabeira também é obra para um ano?
AM – Não. Essa é para daqui a uns seis meses. A Barra está se desenvolvendo muito, agora vai crescer muito mais e a gente tem planos para o futuro, para melhorar a qualidade de vida no trânsito. Na saúde, nós vamos construir uma UPA 24 horas com internamento. Não podemos demorar.

Aparte – Em que imediações?
AM – Na Avenida Mangabeira, ali na entrada dela. Aquele terreno grande que fica ali em frente onde seria a sede do Shopping da Barra, vamos fazer ali alguns prédios, outras coisas da Prefeitura além dessa UPA que eu citei. Aquela área nós colocamos no Plano Diretor, e quem faz empreendimentos em grandes áreas tem que doar uma área para a Prefeitura construir praças, áreas de saúde, escolas.

Aparte – Enfim, qual é a leitura que o senhor faz dessas coincidências de avanços e com a sua presença na gestão da cidade?
AM – Eu só posso dizer que sou um homem de sorte, e isso não é somente obra do acaso. Só pode ser uma iluminação de Deus. Por isso, agradeço a Ele todo santo dia por tudo de bom que me aconteceu e tem acontecido comigo e com a Barra dos Coqueiros.

 

 

https://jlpolitica.com.br/colunas/aparte/posts/barra-registra-expansao-socioeconomica-sem-precedentes-em-sergipe-e-prefeito-airton-martins-diz-que-agradece-a-deus

https://jlpolitica.com.br/colunas/aparte/posts/barra-registra-expansao-socioeconomica-sem-precedentes-em-sergipe-e-prefeito-airton-martins-diz-que-agradece-a-deus

Home

https://jlpolitica.com.br/colunas/aparte/posts/barra-registra-expansao-socioeconomica-sem-precedentes-em-sergipe-e-prefeito-airton-martins-diz-que-agradece-a-deus

https://jlpolitica.com.br/colunas/aparte/posts/barra-registra-expansao-socioeconomica-sem-precedentes-em-sergipe-e-prefeito-airton-martins-diz-que-agradece-a-deus

Deixe uma resposta