Sindicalista sai em defesa de Katarina e aponta insinuações de Marcos Oliveira como “devaneios”

Durante participação em um programa de rádio da cidade de Itabaiana, o representante do movimento Polícia Unida e presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol), Adriano Bandeira, desacreditou e classificou como um “devaneio” a colocação de que a atual vice-prefeita de Aracaju, a delegada Katarina Feitoza, tenha alcançado seu cargo político como uma recompensa pela prisão do ex-prefeito Valmir de Francisquinho (PL).

A declaração foi proferida após o vereador Marcos Oliveira (DEM), aliado de Valmir, afirmar publicamente, que é “muito fácil você ser premiado por qualquer operação”, se referindo à condução da delegada Katarina no processo que culminou na prisão. O Jornal da Fan, da rádio FAN FM, repercutiu a declaração do vereador.

“Nós não temos qualquer tipo de procuração para defender a delegada, até porque ela não é filiada ao nosso sindicato, mas é alguém por quem a gente nutre um respeito, um carinho especial, pois sempre foi a nossa chefe na Instituição. Ela galgou um cargo público em razão da sua própria competência. Eu até cobro a ela, gostaria que ela estivesse mais próxima das entidades que representam a categoria, dos avanços da própria polícia, de políticas que valorizam o profissional de Segurança Pública, e o policial em si, eu acho que neste aspecto ela tem deixado a desejar, mas tem cuidado bem do povo de Aracaju, está fazendo o seu papel”, afirmou Adriano.

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O sindicalista classificou como desrespeitosa e afirmou que lamenta a fala do vereador Marcos Oliveira, que deve ter sido impensada e no calor do momento no Parlamento. A isto, ele adiciona que a discussão é muito pequena e de “alguém que teve algum devaneio”.

Na oportunidade, Adriano Bandeira criticou ainda outro ponto colocado pelo vereador: a defesa da quarentena institucional dos policiais, para que esses não possam participar de eleições.

“Infelizmente os operadores de Segurança Pública têm sido levados a esse raciocínio político, a uma tentativa absurda de um processo antidemocrático, para retirar do ambiente político os policiais. Eu não sei qual o medo de forças de Segurança Pública fazerem dos processos eleitorais, até porque palhaço pode, professor pode, médico pode, só não pode uma coisa, bandido e corrupto”, finalizou.

https://fanf1.com.br/politica/2021/10/23761/sindicalista-sai-em-defesa-de-katarina-e-aponta-insinuacoes-.html

 

 

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