O senador Alessandro Vieira está se especializando em crimes eleitorais. Desesperado diante da sua iminente derrota nas urnas, o delegado deixa cair a máscara de paladino da moralidade e infringe a Lei Eleitoral às vésperas do primeiro turno das Eleições 2026.
Isolado pela sua incapacidade de articulação, Alessandro Vieira mirou todas as suas artilharias contra os candidatos Rogério Carvalho e André Moura, curiosamente, dois dos três candidatos que aparecem à sua frente nas pesquisas de intenção de voto. Com o impulsionamento nas redes sociais e o disparo em aplicativos de mensagem, Alessandro dissemina calúnias e Fake News contra seus opositores em flagrante desrespeito à legislação vigente.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), propaganda eleitoral negativa na internet é proibida tanto na pré-campanha quanto no período eleitoral com o impulsionamento de conteúdo, conforme o artigo 57-C, parágrafo 2º, da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Dados públicos da plataforma Meta, mostram que o candidato do MDB utiliza dinheiro público do Fundo Partidário para infringir a Lei.
Essa, porém, não é a primeira vez que Alessandro Vieira comete abusos eleitorais. Em 2023, a Justiça Eleitoral de Sergipe mandou a federação PSDB-Cidadania devolver pouco mais de 34 mil reais aos cofres públicos em até cinco dias pelo recebimento indevido de recursos destinados a candidaturas negras nas eleições de 2022. O caso diz respeito à autodeclaração do senador Alessandro Vieira.
Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral entenderam que o parlamentar, apesar de se autodeclarar pardo, não se enquadra nos critérios para ter direito à verba. Ao todo, Vieira recebeu mais de 5 milhões de reais do fundo eleitoral. A autodeclaração como pardo repercutiu negativamente e causou desgaste na campanha do então postulante ao governo estadual.
Reincidente, Alessandro comete crime eleitoral na reta final eleições 2026




