O Brasil viveu na última segunda-feira por algumas horas, a sensação de que finalmente estava livre da Covid 19.
A partir de meados da tarde, entrando pela noite, varando a madrugada, e perdurando por toda a terca-feira, todos os noticiosos do país, redes sociais, rádios, TVs, jornais, a manchete era a mesma. MINISTRO EDSON FACHIN ANULA PROCESSOS CONDENATÓRIOS DE LULA sob a alegação absurda de que o juizado da cidade de Curitiba não tinha competência para tais decisões.

Fazendo uso de argumentos estúpidos, sem lógica, e contestados pelos principais juristas do país, o ministro coloca o Brasil em cheque diante da opinião pública mundial, e faz com se arraste com ele para a lama, o nome e o respeito que o STF sempre possuiu nas figuras dos seus juízes.

As reações à medida do Ministro Edson Fachin foram as mais contundentes possíveis não só no mundo jurídico, como no político, na população de uma maneira geral, bem como na imprensa livre, sensata e sem cabeça feita por pseudos líderes esquerdistas, fanáticos, produtos de uma apropriação de mentes nas escolas e faculdades lá pelos anos 60 e 70.
A indignação foi tanta que uma das maiores revelações do jornalismo brasileiro nos últimos anos, Caio Coppola, afirmou que doravante não irá mais tratar Lula como ex-presidente, e sim como ex-condenado, ex-corrupto, e ex-criminoso.

O livramento temporário de Lula dos processos em que havia sido condenado(Triplex, Sítio de Atibaia e Petrobrás), não o inocenta porque foi uma decisão monocrática do Fachin, cabendo revisão da segunda turma recursal, bem como da corte suprema em Brasília.
Recursos virão aos montes, a começar pela Procuradoria Geral da República, mas a opinião quase que geral, é que pela morosidade do poder judiciário brasileiro, todos esses recursos não serão julgados a tempo de impedir uma candidatura de Lula no próximo ano à presidência da República.
Por enquanto vai ficando para o mundo inteiro a imagem de que aqui no Brasil a corrupção e a lavagem de dinheiro compensam.





