“A gente pede as autoridades que agilizem, que façam alguma coisa para encontrar meu irmão”. O apelo é do cabelereiro Hélio Alves, irmão do também cabelereiro Claudon Alves Feitosa, de 54 anos, que desapareceu na noite do último sábado, dia 5. Ele era conhecido como “Don Cabelereiro”.
Em entrevista ao Jornal da Fan, na manhã desta quarta-feira, 9, Hélio afirmou que a família está desesperada e que não sabe mais o que fazer desde o desaparecimento de Claudon.
Na manhã de hoje, a delegada que investiga o caso, Maria Zulnária, informou que duas pessoas suspeitas de envolvimento no caso já foram presas e que o carro usado no sequestro já foi periciado.

Maria Zulnária – delegada
Até o momento não há informações sobre a localização de Claudon, nem mesmo se ele está vivo ou morto.
Nessa terça-feira, 8, a família dele recebeu a informação de que o corpo do cabelereiro estaria em uma área de mata entre os municípios de Nossa Senhora da Glória e Feira Nova, mas nada foi encontrado.
A família diz que não tem suspeitas sobre o que teria motivado o desparecimento de Claudon.
“Ele era muito discreto. Não tinha problemas com ninguém, não recebia ameaças. Era a melhor pessoa do mundo que eu conhecia”, disse Hélio, irmão de Claudon.
O cabelereiro teria tido a casa invadida na noite do sábado, quando desapareceu. Os criminosos levaram televisores, dinheiro e outros pertences.
A polícia continua fazendo diligencias na tentativa de localizar o cabeleireiro. O helicóptero do Grupamento Tático Aéreo de Sergipe está dando apoio à operação.
Qualquer informação que possa ajudar a polícia pode ser passada através do Disque Denúncia -181.
Confira depoimento da delegada Maria Zulnária:




