Se por alguns anos, as assessorias de imprensa dos jogadores tinham como função de fazer a ponte entre os setoristas e os clientes, há quem garante que nos dias atuais o mercado passou por um processo de mudança. Sócio da empresa Think Sports Comunicação, o jornalista Plinio Uchôa afirma que algumas funções a mais foram necessárias a serem acrescentas.

“Não é uma obrigação, mas se outras empresas prestam alguns serviços de vídeos, artes, criação de logotipo, entre outros, se você não fizer, acaba ficando para trás. Se o jogador estiver na dúvida entre duas empresas, a que for mais completa larga na frente”, ponderou.
Assessor de Victor, gerente de futebol do Atlético-MG, e de diversos atletas como André, atacante do Sport, Camacho, volante do Santos, entre outros, Plinio comenta a diferença quando o assessorado é jogador ou diretor:
“O importante é trabalhar de acordo com objetivo do cliente. Independente da função que ele exerça, mas claro que as estratégias de trabalho mudam. O dirigente não tem uma necessidade tão grande de aparecer na imprensa, porém, há outros fatores que aumentam a responsabilidade”, concluiu.




