“Não tem um pingo de verdade. Trata-se de uma grande mentira”, desta forma o ex-deputado federal Valdevan Noventa começou a entrevista ao radialista George Magalhães na rádio SIM 94,3 Fm em resposta a matéria do jornal “Estado de São Paulo” que dizia o seguinte:

Cassado por compra de votos e abuso de poder econômico, o ex-deputado federal Valdevan Noventa (PL-SE) visitou a sede da transição do governador eleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nesta quarta-feira (7). De acordo com o texto, o sergipano foi pedir ao futuro secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, para intervir em uma investigação policial, mas nem concluiu o pedido e teve a proposta recusada.
Aliados de Tarcísio afirmam que o parlamentar apareceu de surpresa, sem ter sido convidado, e não integrará a equipe de transição.

Segundo Valdevan, em nenhum momento ele encontrou-se com Tarcísio (apesar de conhecê-lo e ter amizade). “As investigações já foram feitas. Trata-se de mais uma perseguição dos poderes de Sergipe, daqueles que pensam em me destruir”, desabafou. Demosntrando chateação, o ex-parlamentar disse que não pode mais circular que começam a criar conjecturas. “Tenho liberdade de está falando, de está conversando, de está se reunindo. Eu não fui tratar nada disso”, frisou. De acordo com Valdevan, as investigações estão andamento, com operações em livre arbítrio e que já ocorreram em Sergipe e em São Paulo.

“Os caras querem arrumar um pé para ter a minha liberdade contida. São aqueles que me perseguem, que perderam o poder agora em São Paulo e que não suportam em ver Valdevan circulando no meio da política”, relatou.
Questionado por George se ocorreu a reunião, respondeu que “em nenhum momento oficializei essa reunião, eu marquei reunião para tratar de situações minhas”, disse. Na oportunidade, Valdevan lembrou que já foram apreendidos vários bens seus, ex: relógios, carros e cavalos. Sobre as informações que circulam em relação a milhões de reais de propriedade dele, Valdevan foi categórico. “Não tenho, são denúncias evasivas que mostram as perseguições a mim”, enfatizou.

Na ocasião, Valdevan relembrou que ajudou durante todo o mandato aos 75 municípios sergipanos. E voltou a falar sobre as perseguições que vem sofrendo. “Os poderes e cacifes da políticas tramaram contra mim. Um cara que acolhe as necessidade e vontades do povo. Com isso, os mandantes da política de Sergipe não aceitaram e começaram com um plano maligno de me destruir, de colocar gente na cadeia, de tramar contra esse sergipano que ama o povo”, ressaltou. Prosseguindo, disse que encontra-se “perseguido por São Paulo pela forma de lidar e trabalhar” pelos trabalhadores.
Em relação ao futuro polítco, o ex-deputado disse que encontra-se trabalhando pela resolução de sua situação política para tornar-se uma pessoal elegível “e quem sabem em 2024 estarmos disputando o poder executivo”, citou. Questionado sobre quais cidades poderia vir a disputar o cargo de prefeito municipal, Valdevan revelou que existem três cidades em que ele almeja disputar.

“Pode ser em Estância, a cidade em que nasci e onde obtive a maior votação. Pode ser em Umbaúba [onde moro] ou em Itabaianinha”, destacou.
Ao término da entrevista, Valdevan fez questão de dizer que ajudará aos amigos na eleição que ocorrerá nas cidadades de Tomar do Geru e Arauá.
Por: Elder Santos
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Deputado cassado pede intervenção de Tarcísio em investigação e tem pedido negado




