Organizadores avaliam protestos de 7 de setembro

Durante entrevista ao Jornal da Fan desta quarta-feira, 8, organizadores dos protestos contra e a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, fizeram uma avaliação dos atos que foram realizados neste 7 de setembro em diversos bairros de Aracaju.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Roberto Silva, um dos organizadores do Grito dos Excluídos, disse que a mobilização em defesa do SUS, da política pública e, principalmente, da vida foram importantes para a manutenção da democracia.

Organizadores avaliam protestos de 7 de setembro

“Foi um ato muito grande, de muito apoio da população, com participação de religiões cristãs e de matrizes africanas (…). O ato foi um sucesso e precisamos continuar com essa luta, uma vez que o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, colocou em pauta a reforma administrativa”, explicou Roberto, justificando que a reforma acaba com o concurso público.

Ele também fez uma avaliação dos protestos a favor de Bolsonaro e classificou como a “política da morte”. “Não tem defesa de liberdade coisa nenhuma, o que eles querem defender é a volta da ditadura, o fim das liberdades democráticas (…). A política de Bolsonaro é de morte. Ele matou o povo durante a pandemia e agora está de fome”, completou.

Já Rodrigo Feiju afirmou que os atos ontem em Aracaju e, principalmente, em todo o país, foram positivos para a “liberdade do povo”. “O brasileiro acordou. Durante muitos anos, o Brasil só tinha uma vertente política”, disse.

Ele explicou que os protestos na capital foram realizados pelo movimento “Direita Sergipana” e outros organizadores. Os manifestantes se concentraram na Orla de Atalaia, bem como no bairro 13 de julho.

Na oportunidade, ele respondeu os questionamentos de ouvintes e avaliou a postura do senador Alessandro Vieira (Cidadania). Segundo ele, Vieira tem ganhado notoriedade por conta da CPI da Covid-19, mas que em Sergipe  “é um indivíduo que hoje é criticado pelo campo da esquerda e da direita”.

 

 

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