Como de costume em todo o final de ano, o Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE-SE) divulgou os resultados de apuração do índice de transparência das Câmaras Municipais referentes ao ciclo 2022.

O objetivo, segundo apurou a nossa reportagem, é o de assegurar que durante o acesso à transparência na gestão pública é indispensável observar as exigências contidas na lei federal de acesso a informação.
Durante as averiguações, constatou-se que houve situações absurdas, consideradas “deficiente” das Câmaras, dentre estas: a do município de Propriá no Baixo São Francisco. “Uma nota que envergonha o povo de Propriá. Fico até impressionado, o presidente da Câmara (vereador Samuel Cunha) fala tanto de transparência e quando se ver o resultado da averiguação constatamos que é a pior do estado”, disse a propriaense Solange em conversa com a nossa reportagem.

A decepção é fruto da nota 2,7 considerada como crítica em resultado divulgado pela corte de contas. Para se ter noção do pífio desempenho do parlamento propriaense, a penúltima colocada (Santa Rosa de Lima) tem mais do dobro que da de Propriá.
“Esperamos que o presidente saia do discurso e coloque o poder para atuar em consonância com o que diz a legislação”, desabafou a moradora Raquel Teles.




