Durante o programa “Jornal da Rio” em sua 1ª edição desta quinta-feira, 26, a cientista social e secretária de Mulheres do PT-Sergipe, Sissa Carvalho, falou sobre o lançamento de campanha do governo federal “Brasil sem Misoginia”, que tem o objetivo de mobilizar os mais diversos setores da sociedade para o combate ao ódio e à discriminação e violência contra a mulher. Segundo a dirigente, um dos objetivos do projeto é o de combater o feminicídio, sendo a misoginia parte propulsora de todas as formas de violência contra a mulher.

Na oportunidade, Sissa realizou homenagem a “companheira vereadora Angela Melo”, que fez parte do nosso projeto Ela por Elas e que foi um “grande exemplo de participação feminina na política”. De antemão, desejou sucesso ao suplente da saudosa vereadora, o vereador empossado Camilo Feitosa. Ao tempo que lamentou a postura novo parlamentar em relação ao Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Márcio Macedo.
“Acho triste e feio começar o mandato atacando um companheiro de partido, diante de tantos problemas que a sociedade aracajuana vive”, lamentou. De acordo com a dirigente, Márcio é um ministro de estado que precisa ter relações com todos os governos do país. Mas, faz uma observação. “O Partido dos Trabalhadores (PT) é oposição ao governo Fábio Mitidieri. Mas o governo Lula não é oposição. O governo federal e o ministro Márcio Macedo, por orientação do presidente Lula é o de garantir o bom diálogo e a boa comunicação entre os entes federados. Independentemente da posição política de 2022”, assegurou. “Porque o objetivo é o da reconstrução desse país. E não existe interlocução sem conversação”, explicou. Detalhando os motivos por discordância do PT com governo estadual.

“Somos contrários a privatização da Deso, vamos mobilizar a sociedade e com as nossas lideranças faremos o enfrentamento. Mas o governo federal não pode fazer oposição. E é justamente isso que o ministro Márcio Macedo representa. Não só ele, como todos muitos outros companheiros que fazem parte do governo federal”, enfatizou.
Prosseguindo, a meta é garantir política pública para quem de fato precisa e para isso existir é necessário a realização de conversação. “Já ouvir inúmeras entrevistas e falas de Márcio dizendo que ele e o partido é oposição ao governo Fábio. Mas enquanto ministro do governo Lula não pode ser oposição. Ele precisa garantir a institucionalidade e a chegada de recursos para o estado”‘, lembrou Sissa. Lembrando o grande volume de recursos que chegarão para Sergipe por meio do PAC, dentre outros inúmeros projetos. “O estado receberá o maior investimento da história, aproximadamente R$ 136, 6 bilhões”, frisou.
Concluindo, Sissa recordou a época em que Déda chegou a chorar enquanto discutia-se a realização de investimento do Pró-Invest.




