Everton Souza assumirá vaga de Camilo Daniel na Câmara de Aracaju e destaca propostas para saúde e educação

O empresário e político Everton Souza (PV) irá assumir uma cadeira na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) com a saída do vereador Camilo Daniel (PT), que foi eleito deputado estadual nas eleições realizadas neste domingo, 4. Em entrevista ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, na manhã desta terça-feira, 6, o empresário falou sobre a preparação para ocupar a vaga de vereador e destacou sua trajetória política e a contribuição para a eleição de Camilo Daniel.

“Eu venho me preparando desde 2020, que foi a primeira vez que eu me coloquei como candidato para ser um representante do povo aracajuano na Câmara, e eu tive mais votos que, na época, do 5 que vereadores, não entrei por conta de legenda, e venho tentando esses anos todos. Percebi que se eu fosse candidato a deputado federal, eu poderia contribuir com a eleição de Camilo Daniel também, e ajudar João Daniel, e foi assim, graças a Deus a estratégia deu certo, Camilo ficou por quase 900 e poucos votos, ele conseguiu ser eleito, foi também uma transferência e uma contribuição nossa, mesmo sem dinheiro, sem recursos, mas estávamos nas ruas defendendo o nome do presidente Lula e defendendo o nome de Camilo”, explicou.

Caso não exista nenhuma negociação entre os envolvidos, o prazo oficial para que Everton assuma a posição na CMA é em janeiro. Ao falar sobre as prioridades do mandato, o empresário apresentou propostas nas áreas de educação e saúde.

“Eu sempre venho falando sobre a escola de tempo integral, que a gente precisa ampliar ,porque a gente começa a ajudar o futuro de Sergipe com as nossas crianças, e as crianças estudando os dois turnos, é muito importante. As crianças estudando um turno só, no outro turno, elas vão aprendendo o que não deve. Muitas crianças de recuperação, muitas crianças distantes da parte didática. É importante que nós consigamos ampliar a escola de tempo integral. [Também] melhorar o atendimento das pessoas nos postos de saúde, que falta medicamentos, falta o básico. Os salários dos servidores atrasados nos postos de saúde, tem gerente de posto aí que está quase dois meses sem receber. Então, a gente tem que estar ativo, atento, para poder fazer esse combate”, finaliza.

 

 

 

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