O teto salarial no funcionalismo público é de R$ 39.293,32, ou seja, nenhum funcionário de todas as esferas do governo (federal, estadual, distrital e municipal), de qualquer um dos Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), pode ganhar acima desse valor.
Na prática, porém, uma série de bonificações e valores extras podem fazer com que os pagamentos aos chamados funcionários de elite cheguem a R$ 100 mil — caso de juízes e promotores –, enquanto a média dos salários no país gira em torno de R$ 2 mil.
Segundo levantamento realizado em maio do ano passado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), cerca de 25 mil servidores, ou 0,23% dos 11 milhões que trabalham para todas as esferas públicas, têm salários acima do teto.
Cada um desses servidores, aponta o estudo da CLP, recebe em média R$ 8.500 acima do teto por ano com esses “penduricalhos”, como são chamados os benefícios recebidos.
Especialistas apontam desigualdades geradas por supersalários no funcionalismo




