EMÍLIA NÃO PODE APOIAR A PRÁTICA DO VOTO DE CABRESTO

“Emília não pode e não deve silenciar diante de tão grave denúncia, ela não deve ser conivente com um ato que leve um cidadão a perder o emprego”

EMÍLIA NÃO PODE APOIAR A PRÁTICA DO VOTO DE CABRESTO

Não pegou bem para a candidata Emília Corrêa a denúncia do funcionário de uma Empresa de Segurança, pertencente a um vereador que vive abraçado com a candidata, e que informa ter sido demitido porque apareceu num evento demonstrando simpatia pela candidata Yandra Moura.
Tanto Emília quanto o empresário precisam esclarecer a situação, visto que a sociedade não ceita mais conviver nos dias atuais com esse gesto de coronelismo.
Um senhor de prenome Francisco, ex-funcionário da empresa cujo patrão é candidato a vereador e apoiador da candidata Emília Corrêa, está afirmando que foi demitido por questões políticas, visto que sua demissão, ocorreu logo após ele ter demonstrado apoio à candidata Yandra durante uma carreata.
Segundo o relato do ex-funcionário, publicado na imprensa local (https://portal79.com.br/noticia/2075/candidato-a-vereador-e-dono-de-empresa-de-seguranca-demite-funcionario-que-apoiou-adversaria-politic.html), durante uma carreata, ele registrou o apoio à candidata Yandra abraçando-a publicamente, e dias depois foi surpreendido com a sua demissão. Segundo ele, os proprietários da empresa de Segurança Privada justificaram o desligamento pelo fato dele ter abraçado uma rival da candidata a prefeita apoiada pela empresa.
Emília não pode e não deve silenciar diante de tão grave denúncia, ela não deve ser conivente com um ato que leve um cidadão a perder o emprego e comprometer o sustento da família por não ter a liberdade de poder escolher em quem votar. E o Ministério Público Eleitoral precisa apurar qual a verdade, visto que obrigar funcionários a votar em candidato apoiado pelo patrão, caracteriza-se além de tudo, como captação ilícita de sufrágio.

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