É sabido que o processo sucessório deste ano, principalmente ao Senado Federal (aonde se disputa em aberto a possibilidade de ascensão em duas vagas), tende – se a ser a mais disputada da história de Sergioe.
De antemão, desposta – se como favorito a pré – candidatura do ex – deputado federal André Moura [Presidente Estadual do União Brasil]. Atualmente o político mais prestigiado do estado a nível nacional, com ampla desenvoltura política no Rio de Janeiro aonde acumula vários cargos estratégicos na gestão do governador Claúdio Castro (PL) e admirado por classe politica sergipana por sua habilidade de interlocutor e destravador de recursos.

Mas, o dia a dia pré – eleitoral é bem distante do deveria ser a realidade. Pois, é comum se ver prefeitos e lideranças políticas diassociando-se daquilo proposto pelo governador Fábio Mitidieri. Com a revelação de apoios a adversários do agrupamento governista e, quiçá, apoiando abertamente nomes que vão de encontro ao desejo anunciado por Fábio. Da defesa de AM como candidato número um da base na disputa majoritária a Câmara Alta.
Um freio de arrumação é preciso ser feito. Pois, de nada adianta ter companheiro de chapa que atua nos bastidores para inviabilizar e enxovalhar “pseudo aliado”. Ou, aliados do bloco que atuam de forma contrária. Apoiando aquele que em outrora disputa tratou de forma irônica e até judicial contra o atual governo.
Sempre lembrando a decisiva influência e participação de André no segundo turno de 2022. Trazendo uma acachapante mudança naquele processo. Com mobilização de parlamentares, prefeitos e lideranças que foram decisivas para a mudança de rumo naquele momento.
A frase “política não é para amadores” frequentemente atribuída ao ex-presidente brasileiro Getúlio Vargas, sobressai perfeitamente nesta seara da articulação política estadual.
Sendo necessário o profissionalismo, a experiência e habilidade, não um campo para dublê de política ou oportunistas de plantão.
Tenho dito!



