“Ele é um parceiro, deve ter sido pressionado”, diz representante da Saúde após críticas de vereador

Em entrevista ao Programa Sergipe Verdade, da rádio SIM FM, o secretário de Saúde do município de Nossa Senhora das Dores, Diêgo Santana, apresentou seus argumentos frente às críticas que ele recebeu do vereador do município, Fabrício da Nettocred (PSL), que durante cerimônia na Câmara o acusou de “ficar de braços cruzados e não fazer seu trabalho como secretário”.

“Avalio na maior tranquilidade possível, Fabrício é um parceiro, ele deve ter sido pressionado pela categoria da saúde”, disse o secretário.

A crítica em questão feita pelo vereador Fabrício, diz respeito ao atraso, por parte da gestão de Dores, no pagamento do Previne Brasil, novo modelo de financiamento do Ministério da Saúde para enviar recursos aos municípios para investir nos cuidados básicos da categoria e abono de servidores.

Segundo o secretário, a Prefeitura do município realmente não conseguiu cumprir com a data programada para o pagamento dos profissionais do setor, mas a situação já foi regularizada com a categoria. O representante relatou que a situação ocorreu devido ao momento de dificuldade enfrentado pela secretaria.

“Eu e o prefeito Mário nos reunimos com toda a categoria dos agentes comunitários de saúde, representantes da categoria de enfermagem, equipes da saúde e técnica e já alinhamos todas as programações de pagamento. Dores foi um dos primeiros municípios de Sergipe a acatar a lei do Previne”, argumentou Diêgo.

No tocante às pautas pandemia e vacinação, o secretário expôs que campanha segue plano de imunização nacional e que município aguarda o recebimento de mais doses para avançar no processo. Já sobre o cenário de contágio pelo vírus em Nossa Senhora das Dores, Diêgo afirmou que a cooperação da população é extremamente necessária.

“O momento que estamos vivendo é difícil, mas estamos na campanha de vacinação a todo vapor, hoje iniciamos para garis, margaridas, e para pessoas com 59 anos. Há dificuldade no forneciemnto de insumos, mas isso é  de momento pandêmico. A situação é grave, promovemos barreiras e temos o apoio da polícia militar, mas a população precisa para de aglomerar e seguir as normas sanitárias”, finalizou.

 

 

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