O incomôdo provocado pela verdade dos fatos e narrativas daqueles perseguidos pelo decretado da maldade tem trazido a tona o estilo arrogante. sectário e nada republicano do moço que vem tentando nos últimos anos passar a sociedade sergipana e, especialmente a propriaense, um novo modo de agir e atuar. Tentando ser compreensivo, companheiro e apto a entender ao próximo
Quando em suma integralidade, tem um gênio desprezível e que, envergonha há decadas ao povo de Propriá. Disto isso, relembramos a simples canetada de “expulsão” dos 318 aprovados com dignidade e lisura no processo concursal realizado pela prefeitura da cidade, que exerciam os diferente cargos: Garis, serventes, motoristas, médicos, auxiliares de enfermagem, enfermeiros, etc. Que foram por contrariedade política e sem nenhuma previsão técnica, demitidos por um ato de vingança. Provocando problemas familiares, situações psicológicas e traumas que são possíveis de se vivenviar diariamente por parentes ou amigos destas pessoas.

O incrível é o cinismo e proselitismo deste senhor, outrora chamado de coronel, que hoje tenta-se passar de bom moço, pedindo PERDÃO 20 anos após o fatídico ato. Que deixou 318 pessoas em pleno sofrimento, sem salários, sem emprego, sem recolhimentos de FGTS.
Sinceramente, o ato inconsequente que o ex-prefeito cassado prometeu não merece a miníma compreensão da comunidade ribeirinha de Propriá. Pois, ao apagar das luzes do seu início de governo relâmpago, ele simplemente resolveu por caprichos autoritários e insano, demitir aprovados com lisura do concurso, em detrimento da constituição.
Então, isso não tem a miníma obtenção de ter o pedido de perdão aceito pelo povo bom e pacato de Propriá. Principalmente em um ano eleitoral, quando os lobos costuma-se vestir em pele de cordeiro.
Concluindo, #EleNão!




