Defesa Civil mantém ações de mitigação em áreas afetadas pela chuva em Aracaju

Equipes da Defesa Civil de Aracaju, órgão vinculado à Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seminfra), atuam desde o domingo, 8, nas áreas atingidas pelas fortes chuvas. Uma dessas localidades é o bairro Porto D’Anta, na Zona Norte da capital, onde duas casas foram interditadas após o colapso da cobertura provocado pelas rajadas de vento.

As ações de mitigação incluem o uso de equipamentos para a limpeza das galerias e bocas de lobo, que estavam sem manutenção há muito tempo. “Estamos utilizando caminhão de sucção para desobstruir a rede de drenagem. Infelizmente, registramos muitos descartes irregulares que provocam obstruções. Já encontramos bola de futebol, capacete, resíduos de construção civil e outros objetos”, destacou a coordenadora-geral da Defesa Civil, Valéria Bispo.

Desde novembro, a Prefeitura de Aracaju vem realizando iniciativas para reduzir os transtornos nas comunidades. A diarista Nilva de Araújo Andrade contou que se assustou com o acúmulo de água próximo à sua residência, mas ficou mais tranquila com a presença dos técnicos.

“Foi muito triste, mas agora ficamos mais tranquilos ao acompanhar a Prefeitura de Aracaju trabalhando nas ruas da nossa comunidade. No domingo e na segunda encontramos o pessoal da Defesa Civil fazendo um trabalho excelente”, declarou.

Morador do bairro há duas décadas, o pedreiro Rubelim Lima também demonstrou confiança nas ações. “Minha casa fica em uma área mais alta e, mesmo assim, a água alcançou. Mais à frente, perto da casa de um parente, a água já estava na altura do joelho. Esse trabalho da Defesa Civil traz mais segurança para todos nós”, afirmou.

Largo da Aparecida – Na semana passada, a Defesa Civil, a Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) e a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), integrantes do Comitê Operacional de Aracaju (COA), realizaram uma ação conjunta no Largo da Aparecida, no bairro Jabotiana, Zona Sul, que evitou alagamentos.

“Nesta região não tivemos nenhuma ocorrência. Começamos a fazer o alargamento e o desassoreamento do canal que passa ao fundo das residências. Também vamos construir uma piscina de detenção com o objetivo de receber e armazenar temporariamente o excesso de águas pluviais, evitando inundações e sobrecarga dos elementos de drenagem”, explicou Valéria Bispo.

 

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