
Mayra Pinheiro é uma das 14 pessoas listadas pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), como investigadas pela Comissão. Em depoimento à CPI em maio, fez longa defesa do uso da hidroxicloroquina, admitindo que a Pasta federal deu orientações a médicos de todo o País para a adoção do tratamento precoce.
Além disso, Randolfe Rodrigues indicou que ela “mentiu ou entrou em contradição em ao menos 11 oportunidades” durante depoimento aos parlamentares.
A Comissão aprovou, em junho, requerimento pedindo a transferência dos sigilos telemático e telefônico da secretária. Em vídeo obtido pela CPI, ela afirmou ter enviado, a senadores governistas, perguntas a lhe serem feitas durante a sessão.
Na gravação, ela chega a ironizar o próprio apelido, “Capitã Cloroquina”, atribuído a ela em razão da defesa do medicamento.
*Fonte: Diário do Nordeste




