“O que credencia Fábio Mitidieri a pleitear a reeleição é o bom trabalho à frente do Governo”
7/2/2026-14
Uma comunicação social bem feita, com transparência nos conteúdos e nas relações, sobretudo com respeito aos recursos públicos e aos cidadãos a quem ela se destina, e na qual não valham as vaidades pessoais de quem a faz e muito menos as de quem ela muito foca, que é o próprio Governo e seus membros efetivos.Este é o formato em que o secretário de Comunicação Social do Governo de Sergipe, Cleon Menezes Nascimento, 43 anos, acredita, e acha que tem conseguido colocar em prática nestes 38 meses como gestor das políticas de comunicação social do Governo de Sergipe.
Cleon Menezes Nascimento diz que nada mais faz do que seguir os passos e as diretrizes estabelecidas pelo próprio governador do Estado, Fábio Mitidieri. “Desde que Fábio colocou no seu Plano de Governo o desejo de restituir efetivamente a Secretaria de Comunicação Social, e o fez, demonstrou ali o apreço e o respeito que na verdade tem pela comunicação social e por suas capacidades”, diz Cleon.
“E uma das coisas que ele sempre pontuou com a gente foi sobre a necessidade de transparência nos conteúdos que partem da comunicação do Governo dele. Por entender que Governo bom é também Governo que produz bons conteúdos informativos”, complementa.
Entenda “restituir efetivamente a Secretaria de Comunicação Social” como uma referência ao fato de que sob Fábio Mitidieri a Secom deixou a condição de ser uma mera Secretaria Especial para uma Secretaria definitiva, de fato, com orçamento e cabresto próprios, o que soou como algo sensato, uma vez que comunicação deve ser sim encarada com primazia como qualquer outra área, senão sob uma maior relevância possível.
Num ano eleitoral e dentro de um Governo em que o governador do Estado vai pleitear a reeleição, as preocupações do secretário Cleon Nascimento dilatam-se ainda mais.
E bem mais diante do fato de que o governador o quer coordenador efetivo da comunicação da campanha dele. Cleon não foge da raia, até acha isso natural e está pronto para deixar o posto de secretário na hora certa e quando a lei lhe exigir. “O que credencia o governador Fábio Mitidieri a pleitear a reeleição é o bom trabalho que ele vem desenvolvendo à frente do Governo”, diz.
“Se é o que ele vem desenvolvendo e isso chegou à população tendo a Secom como parte deste todo e, se nós juntos construímos essa boa trilha e imagem que o Governo tem hoje, soa natural que ele me chame para estar junto nesta hora. Ele me convida sabendo que comunicação pública é uma coisa e que campanha eleitoral é outra, e que são entidades e situações bem diferentes entre si”, justifica Cleo, pronto pra ir ao encontro do convite.
Cleon Menezes do Nascimento nasceu no dia 18 de outubro 1982, em Aracaju e é filho Carlos Cavalcanti do Nascimento e Cleópatra Menezes do Nascimento.
Ele é casado com Lívia Paula Peixoto Filgueiras Menezes, uma publicitária, e é pai de Júlia Peixoto Filgueiras Menezes, Letícia Peixoto Filgueiras Menezes e de Cecília Peixoto Filgueiras Menezes.
Desde 2004 tem formação acadêmica em Comunicação Social pela Universidade Tiradentes, como habilitação em Publicidade e Propaganda, é pós-graduado em Design Gráfico e Comunicação Digital pela Faculdade Belas Artes de São Paulo e é mestre em Educação pela mesma universidade na qual se formou. Está fazendo especialização em Comunicação Pública.
Cleon Nascimento presidiu o Sinapro – Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Sergipe -, no qual obteve um grande respeito, traz na bagagem uma boa experiência com a cátedra universitária, e teve sua base de experiência de marketing no Grupo Celi, de Luciano Barreto.

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Antes de ser secretário de Estado, foi professor em graduação e em pós-graduação da Unit, e professor substituto em graduação na UFS.
“O trabalho num Governo, sobretudo nos moldes em que Fábio o toca, lhe faz olhar para as pessoas e isso lhe traz a responsabilidade de ser um partícipe da melhora do seu Estado. Se estou hoje aqui neste papel de secretário de Estado da Comunicação, tenho uma noção muita clara de que sou convidado a deixar um legado”, diz ele.
A Entrevista com Cleon Menezes Nascimento vale muito bem a leitura.
JLPolítica & Negócio – Como responsável pela política de comunicação institucional de um Governo, qual é a preocupação do senhor perante o avanço da Inteligência Artificial, sobretudo num ano eleitoral?
Cleon Menezes Nascimento – É grande, e creio que a preocupação maior neste sentido é quanto ao problema de ausência total de regulamentação nesta esfera. Temos que temer uma possível realidade de selva. Quando falo de regulamentação, estou querendo dizer que nenhuma ferramenta neste universo deve ser vista como ruim.JLPolítica & Negócio – Mas há também outras virtudes!
CMN – Sim. Por que estou também dizendo que se eu coloco, numa metáfora, uma faca afiada na mão de um açougueiro, ela vai ser de extrema importância para que ele faça um bom trabalho diante do seu ofício, que é nobre. Mas vem o porém: se esta mesma faca cair na mão de um bandido, a finalidade será outra, e pode não ser nada boa.

Cleon Menezes Nascimento acha que com a potencialização do ciclo junino a estima turística de Sergipe atingiu bom pico
JLPolítica & Negócio – Mas isso se aplica a universo digital geral, não?
CMN – Sim. Desde que o digital entrou na vida da sociedade, veio para amplificar o que já temos naturalmente de ferramenta no dia a dia. De modo que o maior problema que temos hoje é quando você amplia os meios de produção e não regulamenta a velocidade, e possivelmente os objetivos com que as pessoas têm acesso para a produção de conteúdos, porque essas pessoas não têm a devida clareza de em que tipo de regramento elas estão inseridas para usar essas ferramentas.JLPolítica & Negócio – Mas o senhor e a Secom já montaram um grupo para se haver dentro de regramentos próprios diante da IA?
CMN – Nós estamos conversando muito com os setores Jurídicos da Secom e do Governo para justamente tentar achar mecanismos diante desta nova realidade. O problema que a gente tem é: se se cria um conteúdo de IA falso e se coloca na internet, até se consegue ter mecanismos que descubram quem fez aquilo. Mas o problema maior vem depois: e o estrago que já se causou com aquele conteúdo falso e impertinente, como será revertido? O x da questão é este.

Cleon Menezes durante palestra na UFS sobre comunicação social: ele já flertou com a cátedra real
FESTIDIERI: O TIRO QUE SAIU PELA CULATRA
“Festidieri foi termo que tentou ser pejorativo, mas se reverteu, porque em verdade todos viram que aquilo que Fábio apresentou em forma de planejamento de onde queria chegar, aconteceu. Festidieri serviu para demonstrar a pequenez de quem era contrário ao bom turismo, mas hoje nem para isso serve mais”
JLPolítica & Negócio – O governador Fábio Mitidieri, em si, já lhe manifestou preocupação com esta nova realidade?
CMN – Já sim, porque desde que Fábio colocou no seu Plano de Governo o desejo de restituir efetivamente a Secretaria de Comunicação Social, e o fez, demonstrou ali o apreço e o respeito que na verdade tem pela comunicação social e por suas capacidades. E uma das coisas que ele sempre pontuou com a gente foi sobre a necessidade de transparência nos conteúdos que partem da comunicação do Governo dele. Por entender queGoverno bom é também Governo que produz bons conteúdos informativos.JLPolítica & Negócio – Mas de fato melhorou a situação, ao tirar a Secom da condição de uma Secretaria Especial para uma Secretaria definitiva, com todas as suas prerrogativas?
CMN – Mudou no sentido de autonomia e de orçamento. Digamos: de ancoragem da importância dela. Quando tenho a responsabilidade de administrar um orçamento, eu atuo melhor sobre aquilo que acredito, porque me cabe cuidar melhor. Não se trata propriamente de fazer o que eu pessoalmente quero – porque meus desejos pessoais não contam. É o que o Estado necessita enquanto agente transformador. A Secom sempre teve a compreensão de que hoje todo mundo sabe falar sobre comunicação – mas o que conta é que nós temos um regramento muito alto sobre a responsabilidade da comunicação pública que se entrega à sociedade.

Cleon Nascimento e os muitos compromissos: participando de reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Comunicação
PREOCUPAÇÃO COM FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DA IA
“Creio que a preocupação maior neste sentido é quanto ao problema de ausência total de regulamentação nesta esfera. Temos que temer uma possível realidade de selva. Quando falo de regulamentação, estou querendo dizer que nenhuma ferramenta neste universo deve ser vista como ruim”
JLPolítica & Negócio – Por que?
CMN – Porque nem tudo que a pessoa de Cleon gostaria de fazer e em que acredita, ele pode fazer, porque administro recursos públicos. Se eu pudesse fazer 100% daquilo em que acredito e que tecnicamente desenvolvi durante todos esses anos, poderia ser que tudo funcionasse muito bem melhor. Mas eu poderia estar deixando de cumprir com meu papel institucional enquanto secretário de Comunicação.JLPolítica & Negócio – É preciso separar as coisas…
CMN – Sim, e eu tenho um cuidado muito grande em separar o que é uma comunicação institucional de uma não institucional. Nós na Secom temos noção de que tudo é uma via de mão dupla para com o Governo e para com o cidadão a quem as ações do Governo e da comunicação se destinam, mas paralelamente a isso tem como separar, e às vezes a comunicação política intervém.

Cleon Menezes Nascimento e a secretária e primeira dama Érica Mitidieri durante lançamento do ECA Digital
COMO REVERTER OS DANOS DA IA?
“O problema que a gente tem é: se se cria um conteúdo de IA falso e se coloca na internet, até se consegue ter mecanismos que descubram quem fez aquilo. Mas o problema maior vem depois: e o estrago que já se causou com aquele conteúdo falso e impertinente, como será revertido?”
JLPolítica & Negócio – Mas como o senhor vai se haver como secretário de Estado da Comunicação e como um dos coordenadores de comunicação de parte da campanha pela reeleição do governador?
CMN – O que credencia o governador Fábio Mitidieri a pleitear a reeleição é o bom trabalho que ele vem desenvolvendo à frente do Governo – e isso é ponto pacífico entre aliados e até oponentes, apesar das críticas pontuais que estes últimos fazem. Se é o que ele vem desenvolvendo e isso chegou à população tendo a Secom como parte deste todo e, se nós juntos construímos essa boa trilha e imagem que o Governo tem hoje, e se o objetivo dele é reeleger-se, reforçando as entregas que foram feitas pelo Estado, soa natural que ele me chame para estar junto nesta hora. Logicamente que para eventualmente ir à campanha, devo me licenciar de minhas funções públicas.JLPolítica & Negócio – Mas o governador lhe coloca como dos coordenadores de comunicação lhe solicitando exatamente o quê?
CMN – Ele me convida sabendo que comunicação pública é uma coisa e que campanha eleitoral é outra, e que são entidades e situações bem diferentes entre si. Em uma campanha eleitoral terei muito mais liberdade para trabalhar do que a que tenho hoje na comunicação institucional. Veja: pela comunicação institucional, eu presto conta aos cidadãos enquanto gestor. Na comunicação eleitoral, vou dispor de uma outra infraestrutura dos partidos, que nos permitem usar todas as metodologias legais, mas sem aquela responsabilidade pública e institucional de uma Secretaria sob meu comando.

Cleon Menezes Nascimento com o ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, e secretários de Comunicação e outros Estados brasileiros
ZELO DE SEPARAR COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL DA NÃO INSTITUCIONAL
“Tenho um cuidado muito grande em separar o que é uma comunicação institucional de uma não institucional. Na Secom temos noção de que tudo é uma via de mão dupla para com o Governo e para com o cidadão a quem as ações do Governo e da comunicação se destinam”
JLPolítica & Negócio – É provável que Carlos Cauê feche com o governador como marqueteiro oficial da campanha?
CMN – A gente tem conversado muito sobre isso, tem alguns pontos que precisam ser ajustados, mas é bom lembrar que desde o início, quando Cauê acertou fazer a pré-campanha do pré-candidato ao Senado Rogério Carvalho, que a intenção dele era a de estar efetivamente na campanha pela reeleição do governador. Ademais, antes de qualquer coisa, Cauê é nosso amigo, é um profissional de respeito e fizemos juntos a campanha do então candidato Fábio lá em 2022. No geral, se for colocado na ponta do lápis, a história pessoal de Carlos Cauê fala por ele e diz muito. Quanto a mim, devo dizer que quando Fábio Mitidieri me anuncia coordenador da comunicação da sua campanha é porque enxerga em mim uma pessoa que o entende, que sabe do que que precisa na política e de até onde ele quer ir. O meu papel, na hora certa, será o de estar do lado de pessoas que consigam materializar as intenções e os projetos dele.JLPolítica & Negócio – O senhor se sente mais maduro do que na campanha passada?
CMN – Com certeza. Primeiro, a administração pública traz pra gente, em termos de experiência, uma coisa que o mercado privado por vezes não enseja, que é a observação mais de direta do meio em que a gente vive. Quando você tem uma empresa, é natural que nutra uma visão única e exclusivamente direcionada ela e às suas necessidades. O trabalho num Governo, sobretudo nos moldes em que Fábio o toca, lhe faz olhar para as pessoas e isso lhe traz a responsabilidade de ser um partícipe da melhora do seu Estado. Se estou hoje aqui neste papel de secretário de Estado da Comunicação, tenho uma noção muita clara de que sou convidado a deixar um legado, e não se trata de um legado de vaidades, mas sim de boa contribuição para que outras pessoas que venham para essa função mais tarde consigam dar continuidade a algo que seja bom para o profissional que aqui venha a estar e para o Estado como um todo. Veja um exemplo bem claro disso: quando o govenador foi inaugurar a política de eventos, com o Estado assumindo a dimensão de Sergipe, o País do Forró, ele estava ali colocando o Estado de Sergipe na rota do turismo de junho, num pós-pandemia de Covid-19, em que algumas questões de pertencimento estavam avariadas, com pessoas com autoestima baixa, sem sequer se reconhecendo. Quando a gente olha hoje para este cenário, sente que as pessoas e o Estado se sentem altamente prestigiados.

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DO CONVITE DE FÁBIO PARA A COMUNICAÇÃO DA CAMPANHA
“Ele me convida sabendo que comunicação pública é uma coisa e que campanha eleitoral é outra, e que são entidades e situações bem diferentes entre si. Em uma campanha eleitoral terei muito mais liberdade para trabalhar do que a que tenho hoje na comunicação institucional”
JLPolítica & Negócio – Fala-se muito empiricamente sobre a importância dos festejos juninos. Mas a comunicação social do Governo consegue aferir o peso deles depois da gestão de Fábio Mitidieri?
CMN – Consegue, porque a gente tem pesquisas sobre isso. E elas dizem que desde o início da gestão até agora o fluxo de pessoas no Aeroporto de Santa Maria só aumentou. Se a gente precisa de uma métrica para isso, essa é uma muitíssimo importante. Se a gente compulsar a ABIH, ela nos servirá de outra métrica positiva, dizendo que as ocupações na hotelaria só subiram e nunca caíram desde o começo do Governo Fábio.JLPolítica & Negócio – Mas haveria outras constatações para isso?
CMN – Sim. Há também uma sensação visual, táctil: hoje se você chegar na Orla da Atalaia na noite de qualquer dia, verá que o movimento ali está sempre grande. Bonito. Logicamente que o turismo prático, o trânsito de pessoas, tem um papel muito grande na divulgação do Estado, mas antes de divulgar a gente precisa ter infraestrutura para isso. E isso o governo vem fazendo. Outro exemplo: o turismo interno. Se você consultar aquelas pousadas na Rua Niceu Dantas e todas as demais por trás da grande Orla, todas dirão que muita gente do interior do Estado tem vindo à capital para ver as festas e eventos como a Vila do Natal, e isso lhes faz bem. Isso é também uma modalidade positiva de turismo. Há muita visitação de sergipanos de um modo geral e de brasileiros de outros lugares para o Baixo São Francisco, para Canindé. Veja o exemplo do Verão de Sergipe, realizado em sete cidades sergipanas. Estamos aproveitando esses eventos para pedir às pessoas de Sergipe que no período de Carnaval não saiam do Estado. Que fiquem aqui, numa migração interna, porque isso retém investimentos e fazem bem à economia, ao Estado. Você bem lembra, Jozailto, de uma conversa que tivemos no primeiro ano do Governo, constatando que no período de Carnaval e São João todo mundo se mandava de Sergipe, e discutíamos com entusiasmo que deveríamos ter a nossa própria cultura turística e valorizá-la. Se não fizéssemos isso, estaríamos perdendo períodos importantes e seríamos economicamente e esvaziados.

Cleon durante palestra sobre a organização dos festejos juninos pro Comitê Nacional de Cerimonial e Protocolo: tema pede ação de todo o Governo
SERGIPE E OS GANHOS COM O TURISMO
“Há também uma sensação visual, táctil: hoje se você chegar na Orla da Atalaia na noite de qualquer dia, verá que o movimento ali está sempre grande. Bonito. Logicamente que o turismo prático, o trânsito de pessoas, tem um papel muito grande na divulgação do Estado”
JLPolítica & Negócio – Mas as coisas mudaram, suponho!
CMN – Sim. Hoje não é mais assim. Hoje Sergipe brilha nestes períodos e em outros. Os hotéis ficam cheios, economia gira.JLPolítica & Negócio – O governador do Estado fatura ou se incomoda com o apelido jocoso de Fábio Festidieri que alguns tentaram lhe dar?
CMN – Eu diria que este termo hoje já não é mais pejorativo. As próprias pessoas que criticavam o governador nesta direção estão hoje batendo palmas e praticando a mesma visão que ele. Ou seja, estão realizando eventos e compreendendo que eles são positivos para a economia e fomento à cultura. Se você olhar politicamente, os nomes da oposição que nós temos hoje estão fazendo grandes eventos, contratando grandes artistas. E estão certos.JLPolítica & Negócio – Então o apelido perdeu a conotação pejorativa?
CMN – Festidieri foi um termo que tentou ser pejorativo, mas se reverteu, porque em verdade todos viram que aquilo que Fábio Mitidieri, o que gosta de festa, apresentou em forma de planejamento de onde queria chegar, aconteceu. Num dado momento, Festidieri serviu para demonstrar a pequenez de quem era contrário ao bom turismo, mas hoje nem para isso serve mais.

Cleon Nascimento é signatário da tese de que Sergipe não poderia ficar vazio de sergipanos e de turistas em datas históricas: daí a ressurreição do turismo como se vê hoje




