Caso Chuchu: família afirma que namorado foi o autor do crime; R$ 4,5 mil também foram roubados no dia do crime

Um mês após a morte do ex-vocalista da banda Calcinha Preta, José Aparecido da Silva, mais conhecido como Sidney Chuchu, de 57 anos, a família aguarda a elucidação do crime. A vítima foi morta com golpes de faca no dia 04 de novembro na cozinha da própria residência, no conjunto Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro.

Em entrevista ao Portal FAN F1, Arnaldo Silva, irmão da vítima, afirmou que Chuchu foi morto pelo namorado. “Eles estavam juntos há quase 15 dias. Ele era flanelinha e veio jurado de morte do bairro 17 de Março, em Aracaju, depois foi para a cidade de Aquidabã, e foi jurado também. Ele pediu ajuda ao meu irmão em Socorro e ele deu. Eles estavam juntos e ele saía 22 horas e voltava 3h da manhã fazendo zuada. Meu irmão, que estava descansando dos shows que fazia, reclamava que ele chegava fazendo barulho e isso acabou gerando uma discussão. Foi quando ele deu um murro no olho do meu irmão e esfaqueou ele no pescoço e no estômago”, contou.

Arnaldo revelou ainda que uma quantia em dinheiro também foi roubada da vítima momentos após o crime. “Ele sabia onde meu irmão guardava dinheiro. Depois do crime, ele foi lá e roubou R$ 4,5 mil e fugiu. Queremos Justiça, nós familiares estamos aguardando uma posição da polícia”.

Carreira

Caso Chuchu: família afirma que namorado foi o autor do crime; R$ 4,5 mil também foram roubados no dia do crime

Chuchu passou por diversas bandas sergipanas. Iniciou a carreira na Estação da Luz, Manga Rosa, Coqueluche e ficou nacionalmente conhecido durante passagem na banda Calcinha Preta, de 1995 a 1998, onde fez dupla com a cantora Luciana Linhares e interpretou um dos principais sucessos do grupo sergipano “Onde o sonho mora”.

Antes de morrer, Chuchu se apresentava em barzinhos em carreira solo e estava conversando com um empresário para fazer parte de uma banda de forró.

Investigações

Em nota, a assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE) informou que as investigações estão sendo conduzidas pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa no (DHPP), onde pessoas já foram ouvidas, perícias foram solicitadas, e diligências realizadas.

 

 

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