Chegou ao final na última sexta-feira no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, o maior evento esportivo do ano de 2021, bem como o primeiro grande evento do país após a reabertura pós pandemia.
A realização dos Jogos Escolares Brasileiros após 17 anos da última edição, foi a realização de um sonho de um sergipano.
Tão logo começou a fazer parte da CBDE, o retorno do JEB’s passou a ser um sonho acalentado por Antônio Hora Filho.
Desportista por aptidão, ex-árbitro de futebol, professor de educação física, e gestor público em algumas pastas, Hora tem no desporto escolar sua grande paixão. Foi com todo esse amor e abnegação, que ele com os olhos marejados e voz embargada, participou do encerramento dos jogos na última quinta feira à noite na Cidade Maravilhosa, um encerramento que muitos torceram para não acontecer e outros temeram não acontecer.
INÍCIO PREOCUPANTE

Não é fácil em lugar nenhum do mundo e em qualquer circunstância, realizar um evento reunindo 8 mil pessoas. Se não é fácil em situação normal, imaginem em um momento pós pandemia, quando após quase dois anos, muitas áreas começaram o retorno às atividades, readaptando-se à determinadas situações.
Foi exatamente o que aconteceu nos primeiros dias do JEB’s.
Alguns setores viram com ceticismo tamanha ousadia. Outros, como a rede hoteleira do Rio de Janeiro, agiram de má fé, cancelando reservas feitas com bastante antecedência, simplesmente porque o governo do Rio de Janeiro na semana que antecedeu o evento, liberou geral, flexibilizando o uso de máscaras, e permitindo eventos em final um final de semana que trazia um feriadão. Reservas que haviam sido feitas pela CBDE para pagar 300 reais de diária por exemplo, foram canceladas na maior cara de pau e vendidas nos balcões até a 950 reais. Um verdadeiro crime de extorsão.
Além da exploração hoteleira, um outro problema foi apresentado nos primeiros dias, quando de forma inexplicável alguns voos foram antecipados, causando também além de problemas de hospedagem um certo congestionamento nos momentos de refeição.
SOLUÇÃO RÁPIDA

Se em uma situação normal e de tranquilidade já não é fácil organizar um evento com duração de oito dias com 8 mil participantes, imaginem com algumas situações adversas. Foi aí, que mais do que nunca,, prevaleceu a garra e a força de vontade de um nordestino, sergipano de Propriá que puxou do fundo da alma e do coração toda força e poder de reação, e com destemor e muita fé ,ele, Antônio Hora cercou-se de alguns assessores fiéis à causa, que então com competência e sangue nos olhos conseguiram resolver as pendências, e já a partir do terceiro dia as ações fluíam normalmente, as competições nas arenas pré-determinadas transcorriam sem intercorrências, sendo esta a tônica até o final.

MAIS DETALHES
Nas próximas publicações continuaremos abordando detalhes desta grande conquista de um homem (Antônio Hora), que um dia sonhou poder realizar uma competição da magnitude do JEB’s, reunindo e entrelaçando de uma só vez e em um só local 8 mil pessoas entre crianças, jovens e adultos, em uma união que só o esporte é capaz de proporcionar.




