Mal virou o ano de 2021 já se comenta nas rodas políticas sobre as eleições para do próximo ano para os cargos de Presidente da República, Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual, e principalmente Governador do Estado.

O quadro político do estado de Sergipe para o próximo ano na disputa majoritária para o governo do estado, parece por enquanto pender para um lado só.
Bem verdade que estamos há 01 ano e 9 meses do próximo pleito, e por isso mesmo, muito cedo para grandes prognósticos, mas as conjecturas já começaram apontando de forma muito mais consistente para um lado só, o lado governista liderado por Belivaldo Chagas.
Esta semana, de forma contundente, o deputado federal Laércio Oliveira (aliado de Belivaldo Chagas) prestou declaração à imprensa afirmando em letras garrafais, “eu quero ser governador do estado”.

Desejo mais do que certo e forte do deputado, que pelo trabalho que realiza como parlamentar e também como presidente da Fecomércio está mais do que credenciado para tal pretensão.
Ocorre que a declaração de Laércio, também um vencedor na vida empresarial, assanhou muita gente.

O PSDB já fala em compor com Valadares Filho, Daniele Garcia e Walmir de Francisquinho para deputados e apoiar Milton Andrade ao governo.
O DEM prepara José Carlos Machado como seu principal nome para a Câmara Federal, e Georlize Teles oxigenando o partido para a Assembleia Legislativa, enquanto acena com a possibilidade de Maria do Carmo ser candidata à reeleição.

Esta semana, a Deputada Federal Gleice Hoffiman (Presidente Nacional do PT) prestou entrevista ao programa Jornal da Família na FM Jornal 91.3, aos entrevistadores Capitão Samuel e Bob Júnior, e confirmou a candidatura de Rogério Carvalho (aliado de Belivaldo Chagas) ao Governo do Estado.

O deputado Fabio Mitidieri (aliado de Belivaldo Chagas) não esconde de ninguém a sua pretensão de disputar o cargo de governador enquanto Edvaldo Nogueira, outro aliado de Belivaldo Chagas, não pensa em outra coisa e também tem esse direito.

Desta forma, a eleição do próximo ano apresenta-se de forma desproporcional, com a balança pendendo muito mais para o lado da situação. De qualquer maneira ainda é muito cedo para previsões, e muita água vai rolar por baixo da ponte.




