CARLOS BATALHA: “CASOS E CAUSOS”!

MANDARAM O REPÓRTER DESCER DO AVIÃO
Repórter sendo convidado a descer do avião.
Olá amigos e amigas. Final de semana chegou, e com ele mais CASOS E CAUSOS aqui da Folha de Sergipe.
Já comentei daqui da coluna que as viagens realizadas por repórteres, comentaristas, e narradores de futebol, renderam muitas histórias.
Já comentei daqui também, algumas peripécias envolvendo o folclórico radialista Chico de França, personagem das mais conhecidas, e também das mais queridas do nosso rádio.
VIAGEM PARA O ESPÍRITO SANTO
Certa feita, viagem para Vitória, capital do Espírito Santo, onde o Club Sportivo Sergipe iria enfrentar a Desportiva Ferroviária. Delegação já dentro do avião, imprensa e demais passageiros também, e eis que a comissária anuncia. “Atenção senhor Carlos Francelino dos Santos, favor desembarcar e apresentar-se ao balcão da companhia”. O nosso amigo ficou branco, azul e verde, pegou a sacola e de cabeça baixa deixou a aeronave. Pois bem tratava-se de um trote.
Alguém, até hoje não identificado avisou no balcão que seria uma emergência, e ao chegar lá o nosso personagem viu que tratava-se de uma brincadeira. Às pressas, voltou correndo à aeronave, conseguindo embarcar embaixo de gritos, vaias, e aplausos.
HILTON LOPES E ZÉ LUIS

 

Hilton Lopes. Figura querida em Sergipe.
Meu querido amigo Hilton Lopes, o homem do Aribé, marcou presença na imprensa sergipana.
Trabalhando durante muitos anos como apresentador de programas de rádio e tv, o Bizú, como era carinhosamente chamado, lá pelos idos de 1977, aceitou um convite meu, e transformou-se em comentarista esportivo da Rádio Liberdade de Sergipe. Comunicativo, alegre, brincalhão, ganhou rapidamente a audiência. Ocorre, que o nosso Bizú fez por outra pegava pesado e batia duro em jogadores e dirigentes esportivos, e dava uma de brabo.
Certa feita, o alvo do Hilton foi o goleiro Zé Luis do Confiança. Depois de muito criticar o goleiro, fomos eu e ele transmitir um jogo do dragão no Estádio Rei Pelé em Maceió. Após o jogo íamos saindo do estádio, e o carro do comentarista estava estacionado ao lado do ônibus proletário. Quando íamos entrando, Zé Luis grita de lá. “Ei Bizu”. Pronto. Estava formado o bafafá. Hilton disse que iria pegar uma arma no carro (papo furado) gritos pra lá e pra cá, e ao final o goleiro proletário não queria nenhuma confusão. Gostaria apenas de dar um abraço no nosso Hilton.
OUTRA VEZ CHICO
O radialista Chico de França será sempre citado pelas gafes e micos que cometeu ao longo de sua carreira.
Certa feita, após a transmissão de um jogo fora do estado, após o trabalho normal, o nosso querido amigo prepara-se para gravar o boletim final da noite. Normalmente uns 15 minutos.
Àquela época, a Rádio Liberdade possuía um técnico chamado Waldomiro Santos (já falecido), que era muito gozador. Nesse dia ele resolveu aprontar com o França.
Avisa ao Negão. “Chico estamos sem retorno e o apresentador da noite não virá. Conte até três e mande brasa. Quando for para cortar, eu coloco um sinal eletrônico no ar para vc terminar”. Pois bem. Chico começou o boletim mais ou menos 19hs, e às 21 horas ainda estava falando porque Waldomiro simplesmente foi embora e deixou França falando até quando cansasse. kkk
Carlos Batalha
Jornalista e Radialista
https://folhadesergipe.com/

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