Meus amigos e amigas, bom domingo para todos.
Estamos aqui no nosso encontro dominical para descontrair um pouco a vida de todos, em um final de semana que começou de forma muito triste com a tragédia ocorrida na última sexta-feira com o incêndio do Hospital Nestor Piva, que culminou com a morte de 4 pacientes que estavam internados naquela unidade hospitalar, apesar de todos os esforços empreendidos em um trabalho de grande mobilização realizado pelos médicos, enfermeiros, funcionários e diretores do Centro Médico do Trabalhador para salvar todas as pessoas.
DENTADURA NO PRATO

Já contamos aqui um CAUSO ocorrido com o radialista Chico de França, quando em um comício eleitoral, ao discursar, viu sua dentadura cair e servir de bola em cima do palanque.
Relembramos agora um fato ocorrido com o saudoso Coronel Tadeu Cruz, quando ao discursar em uma festa em homenagem a um amigo ocorrido no Siqueira Campos, viu sua dentadura voar e cair exatamente dentro do prato do homenageado. Sem se fazer de rogado, Tadeu pegou a dentadura, tirou a comida que ficou grudada fazendo uso de um guardanapo, e sorrindo com a boca banguela afirmou. “Meu amigo, como você ainda não estava comendo não tenho nojo”, empurrando a dentadura na boca. kkkkk
TORCEDOR EVITOU O GOL

Um do mais conhecido torcedor e conselheiro da Associação Desportiva Confiança é José Roberto Morais Maia. Citando assim pelo nome, muita gente não o identifica. No entanto, se falarmos em Zé Rolete, aí sim, todos que fazem parte do mundo esportivo sabe de quem se trata.
Zé Rolete, hoje com residência em Salvador, é o tipo de torcedor que pode ser taxado de cricri. Fanático pelo dragão, ele é capaz de reverter o placar de um jogo com os seus argumentos mediante seu fanatismo, mesmo que tenhamos assistido outra partida.
Na década de 80, Zé Rolete protagonizou um lance que foi notícia nos programas esportivos do país inteiro.
Em jogo decisivo entre Sergipe e Confiança no Batistão, ele, não se sabe como, conseguiu acesso ao gramado e postou-se no fundo do gol defendido pelo time proletário.
A partida caminhava para o final e o resultado favorecia ao time de Zé Rolete, quando de repente um longo lançamento iria alcançar o atacante Mica do Sergipe, em condições de fazer o gol. Zé corre, invade o gramado, e com um chute toca a bola pela linha de lado evitando a conclusão do jogador rubro. Com essa atitude, Zé Rolete não só garantiu o título para o seu Confiança, como virou destaque nacional.
O FILHO CORRENDO NU

Outro CAUSO envolvendo o nosso querido amigo, saudoso Tadeu Cruz.
Jogo decisivo entre Sergipe e Confiança. Expectativa das duas torcidas para que os times entrassem em campo. Surge o Confiança no gramado, e à frente da equipe, dezenas de garotos. Entre eles, está um garoto branquinho com uns 12 a 13 anos de idade, que surge no gramado da maneira que veio ao mundo. Inteiramente NU.
Nas cadeiras, Tadeu Cruz, conselheiro proletário estava ao lado de grandes amigos a exemplo de Jorge Araújo e Elcarlos Cruz, e se desmancha em risos ao ver o garoto pelas costas entrando em campo.
Qual não foi a surpresa do nosso Tadeu quando reconheceu o próprio filho no garoto que estava totalmente despido no meio do gramado.
A pegadinha havia sido preparada por Elcarlos Cruz que pagou um sorvete ao garoto como recompensa.
TORCEDORES SÍMBOLOS

O futebol nos dias de hoje, a despeito de cifras milionárias que passam pelos cofres dos clubes em função de verbas publicitárias, carece não apenas de grandes craques que lotavam os estádios, como também de torcedores símbolos.
Antigamente, antes do surgimento de algumas famigeradas torcidas organizadas, existiam os chefes de torcida, líderes que se faziam respeitar, decorando os estádios com bandeirolas e outros adereços, puxando os respectivos gritos de guerra dos clubes, organizando passeatas, carreatas etc.
Aqui em Sergipe alguns chefes de torcidas e símbolos delas, marcaram época.
O Club Sportivo Sergipe possuía na figura de Expedito uma grande liderança.
O Confiança tinha em Ailton Ligeirinho o seu líder, além da extraordinária D. Finha.
O Itabaiana contava com Maria Antônia.
Era uma época romântica do futebol, muito diferente dos dias de hoje.
Infelizmente.

Carlos Batalha
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