CARLOS BATALHA: “ CASOS E CAUSOS DO COTIDIANO”!

CASOS E CAUSOS DO COTIDIANO
Olá amigos e amigas. Mais um final de semana de CASOS E CAUSOS aqui na Folha de Sergipe, esse encontro agradável que temos com os leitores, relatando fatos do dia a dia da política, do esporte, da imprensa e da sociedade de uma maneira geral.
QUASE MORRE CONGELADO
Um amigo meu de Salvador, Jorge Luiz, certa feita por insistir em um namoro, quase literalmente entrou em uma fria.
Estava o amigo namorando na casa do sogro (que não apoiava o namoro em hipótese nenhuma), quando ele chega.
Corre corre geral. Onde se esconder para não ser flagrado, visto que o “querido sogrão”, até armado andava?
Surge uma ideia. Em uma determinada área da casa existia uma caixa d’água de concreto, protegida por uma parreira frondosa e foi para lá que Jorge se dirigiu. Abriu a tampa e viu que a caixa estava quase cheia mas era a única opção. Mergulhar, ou colocar a vida em risco. Ato contínuo o amigo mergulhou e a água estava gelada, mesmo porque era inverno. Restaria agora contar com a sorte para não demorar muito ali. kkkkk
Qual não foi sua surpresa, quando o velho resolveu puxar uma cadeira de balanço, e lá se instalar por um bom tempo, enquanto o amigo congelava. Uma hora, duas horas, até que a namorada já no desespero chama o pai para fazer alguma coisa dentro de casa. Tempo suficiente para o jovem apaixonado pular da caixa d’água e sair todo enrugado, ensopado, pela lateral da casa afora até o portão de saída. Ainda houve um outro trabalho. A jovem namorada teve que ficar segurando o pai lá dentro enquanto as irmãs, solidárias, tratavam de enxugar o chão que havia ficado todo molhado.
O DIA EM QUE ENTREVISTEI O PREFEITO SEM AS CALÇAS
Ano de 2002 ou 2003. Prefeito de Aracaju, Marcelo Déda.
À época apresentava o programa Batalha na TV na extinta TV Cidade, emissora de tv a cabo que muito sucesso fez durante quase duas décadas.
Faltavam poucos minutos para começar o programa quando apertou a vontade de ir ao banheiro. Não deu tempo, e acabei me sujando todo. A produtora do programa era a jornalista Isabel Ferreira que começou a me chamar afirmando estar no horário. Mas como sair do banheiro com a roupa suja? Aí ela teve uma ideia. Foi em uma casa vizinha, conseguiu um lençol,  e me levou. Não me fiz de rogado. Como quem está no fogo é para se queimar, me enrolei da cintura para baixo, e ao entrar no estúdio causei tremenda surpresa em Déda que caiu na gargalhada. Como graças a Deus o programa era apresentado por de trás de um balcão, o telespectador só me via da cintura pra cima, nada foi percebido a não ser pelo prefeito, sua assessoria, e o pessoal da tv. kkkk
E TENHO DITO
Já que o assunto é de desarranjo intestinal, vamos a um fato ocorrido em Salvador.
Na década de 60, um combativo vereador, muito conhecido pela veemência com que fazia uso da palavra, estava a discursar. De repente veio aquela vontade incontrolável e o edil não pode segurar. Soltou ali mesmo. Em meio ao drama, sem saber o que fazer, o parlamentar sem que ninguém entendesse finalizou o discurso no meio, dizendo “e tenho dito”. A inesperada interrupção do discurso do político só foi entendida minutos depois, quando o odor começou a exalar. Drama foi para ele se retirar do plenário, sendo o último a sair, mesmo porque estava usando um terno totalmente branco.
IATE LOTADO
Lembrando com saudade de uma das grandes festas organizadas pelo amigo Fabiano Oliveira, intitulada Barco Folia, tenho mais um desarranjo a contar.
Como não sou muito afeito a desafiar a água, estava assistindo o desfile de barcos do pier da antiga Crase, quando chega outro grande amigo, Reinaldo Moura, em uma lancha, e me convida para entrar. Meio sem muita vontade, aceitei o convite. Navegando pra lá e pra cá, o estômago começou a reclamar, a barriga a doer, e em pleno estuário do Rio Sergipe, o resultado não foi outro. Fui obrigado a descarregar na própria lancha. Drama para o retorno.
A lancha tinha que atracar no pier do Iate que estava super lotado. A vergonha era grande. Mergulhei no rio para ver se melhorava a situação, mas como eu estava com a bermuda creme bem clarinha, quase branca não houve jeito.
O pior, é que algum “sacana” que desceu antes de mim na lancha, contou o fato logo a quem? A outro querido amigo, Ricardo Sá, que com a boquinha pequena que tem saiu a espalhar para a galera. Quando subi a gozação era geral, e tive que atravessar um mundo de gente, e encarar as gozações.
Carlos Batalha
Jornalista e Radialista
https://folhadesergipe.com/

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