Estudantes da Rede Pública Estadual de Educação, mesmo durante as aulas remotas, conseguiram dedicar-se a outras atividades intelectuais, como na participação de olimpíadas científicas, pontuando nas colocações de destaque. Os alunos do Colégio Estadual Professor Nestor Carvalho, em Itabaiana, Giovanna Ribeiro, Rikelmer Marciano e Emilly Vitória foram agraciados com as medalhas de ouro, prata e bronze, respectivamente, na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica 2020 e pré-selecionados para a edição 2021 da competição.
O aluno Diogo Dionisio Nascimento Silva, do Colégio Estadual Professor João Costa, em Aracaju, também foi medalha de ouro, juntamente com Gabriel Mota de Oliveira, do C.E. Djenal Tavares de Queiroz, e Caio Itallo Silveira Santos, da Escola Estadual Sen. Leite Neto, também medalhistas de ouro de Aracaju.
Orientados pelo professor José da Silva Menezes, com o apoio do diretor Plácido Brandão, os medalhistas do Colégio Estadual Proferssor Nestor Carvalho participaram da XXIII OBA e MOBFOG de 2020 nos dias 12 e 13 de novembro de 2020, quando responderam a 10 questões, sete de Astronomia e três de Astronáutica, nos quatro níveis, sendo, na maior parte delas, de múltipla escolha.
Segundo o professor José Menezes, mesmo neste momento de pandemia, de restrições, em que os alunos e professores não estão com o mesmo contato em sala de aula, conseguiu-se participar desta edição da OBA e também de outras Olimpíadas Científicas. “O mérito é todo dos alunos, que me procuraram para poder se inscrever e participar dessas e de outras olimpíadas. Geralmente eu divulgo os convites, as datas das olimpíadas e suas inscrições nos grupos formados no whatsapp, e os alunos interessados entram em contato para obter mais informações e orientações”, disse.
O professor parabenizou a todos do Colégio Nestor Carvalho Lima por apoiarem a participação dos estudantes. “Passo para os alunos a importância de participar e conquistar medalhas em olimpíadas científicas, e eles também ficam entusiasmados com a ideia e estimulados a desafiar os próprios conhecimentos e limites. Isso é muito gratificante, pois revela talentos que posteriormente seguirão caminhos de sucesso”, explica.
O aluno Rikelmer Marciano, que levou a medalha de prata da olimpíada, disse que sua participação em outras edições da OBA proporcionou-lhe um entendimento maior da olimpíada, servindo de base para a sua preparação. Giovanna Ribeiro, agraciada com a medalha de ouro no mesmo evento, destacou que ainda não conseguiu organizar em palavras toda a emoção que está sentindo por essa conquista. Emilly Vitoria, contemplada com a medalha de bronze, também não esconde a emoção de participar dessa olimpíada. Seu interesse pela astronomia foi primordial para alcançar a medalha.
O professor Jorge Monteiro, do Serviço de Apoio ao Desenvolvimento Estudantil do Departamento de Apoio ao Sistema Educacional, ressaltou que a Seduc sistematizou o calendário de olimpíadas nacionais e vem fazendo um trabalho diário para o aumento da participação dos alunos nas olimpíadas científicas.
Fonte: Seduc




