Vídeo mostra Bolsonaro desdenhando de tortura de Dilma em reunião com ministros em 2022

Na reunião no Palácio do Planalto em que pediu aos ministros uma ação antes das eleições, Jair Bolsonaro (PL) fez uma longa argumentação contra a esquerda e desdenhou da tortura sofrida pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

CNN teve acesso a trechos do vídeo, apreendido pela Polícia Federal, um dos elementos que embasou as investigações por tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito. As imagens foram obtidas pelo âncora Leandro Magalhães.

Dilma, agora presidente do Novo Banco do Desenvolvimento (NBD), é mencionada quando Bolsonaro cita que o regime de Fidel Castro, em Cuba, executou um antigo aliado, o general Arnaldo Ochoa Sanchez.

No relato que fez a seus auxiliares, Bolsonaro disse ter lido no livro do chefe da guarda pessoal de Fidel Castro que “esse coronel viu o Ochoa marchando na direção do paredão e urinou nas calças”. Trata-se do livro “A Vida Secreta de Fidel”, de Juan Reinaldo Sanchez.

“Não tem fodão. Não tem a fodona aí de uma ex-presidente aí que [diz]: “Ah, fui torturada 30 dias”. Eles sabem o que é tortura. Jogam aqui nas Forças Armadas nossa o que eles faziam no passado”, disse Bolsonaro.

Vídeo mostra Bolsonaro desdenhando de tortura de Dilma em reunião com ministros em 2022

 

 

 

 

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