A III Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa de Aracaju, promovida pela Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas) e o Conselho Municipal da Pessoa Idosa, iniciou nesta terça-feira, 10, e segue até esta quarta-feira, 11. O evento tem como objetivo debater e fortalecer as políticas públicas voltadas à garantia dos direitos dessa população.
A programação reúne profissionais, representantes de conselhos, poder público, entidades e a sociedade civil para refletir sobre os desafios e avanços na promoção da equidade, da participação social e da proteção integral aos idosos no município.
A secretária da Família e da Assistência Social, Simone Valadares, destaca que esta é a quinta conferência realizada em 2025 pela Semfas, reforçando o compromisso da gestão com a escuta da população e o fortalecimento das políticas públicas. “Esses espaços de escuta e construção coletiva são essenciais. É junto com os conselhos que conseguimos traçar políticas públicas mais justas, mais humanas e que realmente alcancem quem mais precisa,” afirmou.
A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, Maria José Matos, considera o evento um marco na construção coletiva de propostas voltadas ao envelhecimento com dignidade. Ela destacou a realização de cinco pré-conferências em diferentes territórios de Aracaju, que possibilitaram um diálogo direto com a população idosa. “Tivemos a oportunidade de ouvir os idosos nos seus próprios territórios, respeitando suas vivências e necessidades. Agora, estamos aqui para consolidar essas propostas e fortalecer ainda mais a participação deles nas decisões que impactam suas vidas,” declarou.
Maria José do Nascimento, 74 anos, professora aposentada, participou ativamente da programação e ressaltou a relevância das discussões para quem convive e trabalha com o público idoso. “É de grande importância porque nós que já somos idosas e trabalhamos com outras pessoas idosas, precisamos discutir, conhecer mais e colocar em prática medidas que possam ajudar cada um a se sentir mais feliz e bem. Muitas vezes, o idoso acaba ficando isolado e eventos como esse ajudam muito a melhorar nosso trabalho com eles,” afirmou.




