Prefeitura de Aracaju realiza ação alusiva ao mês das mães com assistidas do Centro POP


O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), equipamento gerenciado pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), realizou nesta quarta-feira, 21, uma ação alusiva ao mês das mães para assistidas da unidade.

A ação teve como propósito estimular a troca de experiências entre mães com mais vivência e aquelas que estão passando pela maternidade pela primeira vez. As assistentes sociais do equipamento intermediaram o bate-papo para que todas as participantes pudessem ter um momento de amor, carinho e fortalecer o papel materno diante da situação de vulnerabilidade.

“Nós fizemos um trabalho na perspectiva de provocar uma reflexão acerca dos desafios que são impostos a elas, no sentido de fortalecer o protagonismo, de também se refazer enquanto mulher, enquanto mãe, considerando a dura jornada de estar em situação de rua e ainda ter que ofertar o melhor cuidado possível aos seus filhos, uma vez que ela também tem uma grande responsabilidade e é responsabilizada por toda a rede de proteção. Então, nada mais importante do que também valorizar o papel delas e criar uma perspectiva nova”, explicou o coordenador do Centro POP, Carlos Henrique Severo.

Para Ilnar Nascimento, assistida da unidade, o papel da mãe é se doar e abrir mão de sonhos para que os filhos possam se tornar uma pessoa exemplar. “Você quer que seu filho seja um bom profissional e que vença na vida. Ser mãe, é também cuidar daquelas pessoas que não tem um apoio da família, é acolher, é abraçar e principalmente dar amor”, disse.

Assistida pelo Centro POP, Gabrielle Marie Macêdo destaca o processo de ser uma mãe sem rede de apoio. “Minha mãe já teve muitas oportunidades na vida, mas não agarrou todas elas e no momento que ela se encontra, a única rede de apoio que ela tem sou eu. Sou a rede de apoio dela. A gente tem que dar o melhor para o nosso filho e levo comigo algo que eu sempre escutei de minha avó, se Deus te deu um fardo, aquele fardo que você está carregando é porque ele sabe que você pode carregar ele até o final”, concluiu.

 

 

Home

Deixe uma resposta