A Controladoria-Geral do Município (CGM) de Aracaju finalizou, dentro do prazo legal, o Relatório Trimestral do Controle Interno, referente aos primeiros três meses de 2025. O documento aponta que a arrecadação municipal superou R$ 1 bilhão no período, valor considerado satisfatório diante da previsão orçamentária anual, estimada em R$ 4,6 bilhões.
O relatório, que analisa os aspectos orçamentários, financeiros, patrimoniais e operacionais da administração, é uma exigência do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) e foi enviado por meio do sistema Sagres, dentro do prazo previsto.
Segundo o técnico do Departamento de Análise e Prestação de Contas (DAPC), Jurandir Amâncio, o relatório oferece um retrato preciso da saúde financeira do município neste início de gestão. “Esse documento é essencial porque permite avaliar se os recursos arrecadados estão sendo aplicados conforme as normas legais. A cada trimestre, essa análise ajuda a manter a transparência e o bom uso do dinheiro público”, explicou.
Para o secretário-chefe da CGM, Paulo Márcio Cruz, os dados demonstram a responsabilidade e o planejamento da atual administração. “A arrecadação no trimestre está dentro do esperado, sem frustração de receitas. Além disso, a execução orçamentária e o controle patrimonial seguem as diretrizes da Lei de Responsabilidade Fiscal e da Lei nº 4.320/64”, destacou.
O secretário também elogiou o desempenho da equipe técnica, que conseguiu executar a tarefa com muito zelo. “Parabenizo os técnicos do Departamento de Análise e Prestação de Contas pela seriedade e competência no trabalho, e agradeço também à Secretaria da Fazenda pela colaboração nesse processo”, completou.
Prestação de contas anual de 2024 também foi concluída
Além do relatório trimestral, a CGM também concluiu, até o dia 30 de abril, o processo de análise da Prestação de Contas Anual referente ao exercício financeiro de 2024, que abrange os atos da gestão anterior. Todos os órgãos e entidades da administração municipal foram contemplados na análise, conforme determina a legislação vigente.
De acordo com o diretor do DAPC, Rafael França, o envio da prestação de contas ao TCE é de responsabilidade de cada órgão da administração. “A CGM recebe os processos, analisa, emite relatório, certificado e parecer. Em seguida, devolve ao órgão de origem, que deve encaminhar à Corte de Contas para exame e julgamento”, explicou.
Rafael também destacou o empenho da equipe, incluindo técnicos que participaram pela primeira vez do processo completo. “Tivemos a participação de novos membros que, apesar da experiência com auditoria e administração pública, nunca haviam atuado diretamente com prestação de contas. O resultado foi muito positivo, com análises bem fundamentadas e dentro do prazo”, afirmou.
Como forma simbólica de reconhecimento, a equipe técnica do DAPC recebeu um selo de excelência pelo trabalho realizado.
Por Ascom/CGM




