Duas semanas após o início de campanha eleitoral, começou nesta sexta-feria, 30, a propaganda eleitoral no rádio e televisão. Nestes dias que antecederam o início das campanhas nos veículos da imprensa, pudemos perceber o desequilíbrio emocional e o descontrole de muitos candidatos ao cargo de prefeito.
Neste editorial, vamos abordar o processo sucessório na cidade de Propriá, no Baixo São Francisco. Onde, 04 nomes concorrem ao executivo. De um lado, o prefeito e candidato à reeleição Drº Valberto (PSD), ancorado em uma administração que zela pela correta utilização dos recursos públicos e que busca, paulatinamente, superar os desafios e amarras provocadas por adversários. Do outro lado, o ex-prefeito cassado e condenado pela Lei Maria da Penha, Luciano Nascimento (PP). Que adota a enraizada premissa de que todo vinho quanto mais velho fica, melhor se torna. No caso dele, quanto mais velho ficou e estar, mais arrogante e prepotente continua.

Dito isto, vamos aos episódios recentes. No início da semana, Luciano em total desrespeito “invadiu” sede de escola municipal para fazer política eleitoral e, consequentemente, atrapalhar o andamento do aprendizado das crianças propriaenses. Uma clara demonstração de que para Luciano a ignorância do povo é o projeto polítco dele. Para o ultrapassado Luciano, a demência funcional dos “irmãos de Propriá” serve a um projeto genocida, que tem na mercantilização da vida humana sua principal fonte de dividendos. Mata-se o povo, mas garante-se o lucro.
Já em um outro episódio ao qual a redação deste portal teve acesso, foi o reverente a distribuição de combustível para a particpação em carreata promovida pelo agrupamento de Luciano. O que configura grave infração eleitoral, já que a distribuição de benefícios para influenciar eleitores é proibida pela legislação e pode ser caracterizada como compra de votos.
Que o Ministério Público adote as medidas cabíveis. Promovendo a ética na campanha e o respeito as normas eleitorais.

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