EMÍLIA SE PERDEU NO DEBATE, ENTROU GRANDE E SAIU PEQUENA

“…se mostrou omissa… Como foi o caso de 2020, onde foi acusada da possibilidade de ter facilitado a reeleição de Edvaldo Nogueira.”

EMÍLIA SE PERDEU NO DEBATE, ENTROU GRANDE E SAIU PEQUENA

A vereadora Emília Corrêa que desde o início de 2023 aventava a possibilidade de disputar a sucessão do prefeito Edvaldo Nogueira, contou com a vantagem de caminhar por um bom tempo sem enfrentar concorrência alguma.

Isso a deixou em situação eleitoral bastante confortável e Emília passou quase um ano inteiro sozinha no ringue, dando ares de não temer qualquer enfrentamento. A partir do surgimento de outros postulantes ao mesmo cargo, ela certamente começou a perceber a necessidade de ter que sair do salto alto em que se encontrava, para no chão de barro batido enfrentar a disputa de forma igualitária.

E nesse novo momento, Emília começou a enfrentar alguns questionamentos que antes não enfrentava, ela foi obrigada a ingressar numa etapa, onde o rostinho sorridente, com ataques repetitivos à gestão do prefeito Edvaldo Nogueira, precisou ser retirado de cena. Emília começou a fazer campanha para prefeita utilizando um surrado discurso de vereadora, e esquecendo que como vereadora, ela poderia ter enfrentado a desastrosa gestão do prefeito Edvaldo de forma mais séria e contundente.

É equívoco nos dias atuais, alguém imaginar que representa a oposição, apenas por utilizar duas ou três vezes por semana a tribuna da Câmara de Vereadores, com um discurso acalorado apontando os erros cometidos por uma gestão que tira onda com a cara da população, é fazer oposição. Uma verdadeira oposição deve ir muito além de um simples falatório.

Ao participar de um debate recente, onde repercutiu de forma negativa, a revelação de um encontro entre ela e o jornalista escalado para ser o mediador do debate, Emília acabou sendo colocada na parede pelos seus concorrentes, e o que se viu foi uma atuação lamentável. Primeiro por fugir de algumas perguntas que a deixaria em situação complicada; depois pela demonstração de que continua com o discurso pobre de vereadora e tentando ser irônica diante de questões relevantes; por último teve que enfrentar duas outras candidatas, apontado comportamento covarde ao longo da vida pública dela.

Sendo que uma das concorrentes pontuou que nos momentos em que o eleitor precisava de um norte, Emília simplesmente se mostrou omissa, se dizendo neutra, mesmo sabendo que estava favorecendo uma das candidaturas. Como foi o caso de 2020, onde foi acusada da possibilidade de ter facilitado a reeleição de Edvaldo Nogueira.

Alguém precisa avisar a Corrêa que na condição de vereadora, ela poderia ter realizado um mandato muito mais produtivo para a população aracajuana, e poderia ter fiscalizado a gestão de Edvaldo de forma técnica e contundente. Indo além do blá blá blá na tribuna, que serve apenas para material midiático, enquanto o prefeito promovia os horrores na desastrosa gestão.

 

 

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