“Em Aracaju, essa dificuldade começa a tomar corpo, e a candidata do PL vive a tentar explicar quatro diferentes situações…”

Comandado por um empresário que possui forte relacionamento político com o PT, e apresentando uma candidata que declarou não desejar permanecer numa sigla que abrigasse o ex-presidente Bolsonaro, o PL de Sergipe, e mais especificamente o de Aracaju, enfrenta atualmente uma crise silenciosa, lutando internamente para credenciar a candidata Emília Corrêa como representante das propostas de Bolsonaro e dos seus apoiadores. Propostas alicerçadas na defesa da pátria, da família e da liberdade.
Emília Corrêa enfrenta atualmente o calvário enfrentado por todos os candidatos e candidatas que aportaram no PL, buscando apenas obter benefícios eleitorais. Em diversos municípios e até mesmo em capitais, os que tentam se aproveitar dos votos de Bolsonaro estão sendo identificados e desmascarados, tudo por conta das decepções que o ex-presidente enfrentou a partir do pleito de 2018.
Na eleição que tornou Bolsonaro presidente, muitos se associaram ao que ele pregava e por conta disso, pessoas que não ganhariam uma eleição nem para síndico de condomínio, se mostraram apoiadores das causas que ele defendia e pegaram carona na popularidade do Mito, utilizando-a como trampolim para conquistarem mandatos importantes. Mas na primeira oportunidade, se venderam pro sistema passando a tratar Bolsonaro como adversário, num exercício explícito de falsidade e ingratidão.
Por conta desses episódios, hoje os fiéis apoiadores das causas defendidas pelo ex-presidente, avaliam com cautela todos que se apresentam como aliados de Bolsonaro. Os falsos aliados, estão enfrentando sérias dificuldades.
Na Bahia a médica Raíssa está indo além, e pedindo autorização ao ex-presidente para que ela possa se desfiliar do PL em razão da grande infiltração que “esquerda” conseguiu promover, abarrotando a sigla de “falsos direitistas”, de “aproveitadores” e de prováveis “futuros traidores”.
Dra. Raíssa se tornou um símbolo da “direita” no Brasil, a partir de um apelo feito nas redes sociais para que Bolsonaro a ajudasse a salvar vidas durante a pandemia, por supostamente não ter encontrando no governo petista, o apoio necessário para atuar profissionalmente.
Em Aracaju, essa dificuldade começa a tomar corpo, e a candidata do PL vive a tentar explicar quatro diferentes situações: Ela está num partido cujo presidente estadual possui relação estreita com representantes do PT em Minas Gerais; Ela optou em formar a chapa com um representante do CIDADANIA, partido que está na base de Lula; Ela foi vice de um candidato ao governo que no segundo turno de 2022 foi pro palanque do PT, e mesmo assim ela acabou se filiando ao partido dele; E por fim a pior das situações, que é uma declaração dela, rejeitando a filiação de Bolsonaro, e ameaçando sair do PATRIOTAS caso ele entrasse.




