Forró Caju 2024: Assistência Social atua pela proteção social de crianças e adolescentes

Com uma grande expectativa de público infantil na segunda noite do Forró Caju 2024, a Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Secretaria Municipal da Assistência Social, reforçou as equipes técnicas nesta segunda-feira, 24, para a garantia da proteção social das crianças e adolescentes que acessaram o evento.

Além das equipes de Abordagem Social, educadores sociais e técnicos se dividiram entre as três entradas da festa, a partir das 18h, para realizar a colocação das pulseiras de identificação e orientação dos pais e responsáveis. O Conselho Tutelar também contou com reforço na equipe, devido à atenção redobrada na festa para o público infantil.

A secretária da Assistência Social de Aracaju, Rosária Rabêlo, explica que o objetivo é dar toda a atenção às crianças e adolescentes que acessarem ao show hoje à noite. “A Assistência Social está presente em todos os portões que dão acesso à festa, junto com a Guarda Municipal, orientando aos pais, no sentido de que proteja, de que cuide das suas crianças e também colocando a pulseira de identificação no caso da criança se perder. É um efetivo bem maior, é uma preocupação maior, mas nós estamos também com o Conselho Tutelar, no sentido de trazer proteção e acolhimento para as criança e os adolescentes”, pontua a secretária.

A ação de entrega de pulseiras de identificação é uma iniciativa da Guarda Municipal de Aracaju (GMA), em parceria com a Secretaria Municipal da Assistência Social e a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb).

Para a empresária Meiryellen de Lima, as pulseiras possibilitam uma sensação de segurança para os pais que trazem seus filhos para o evento. “É uma segurança para nós, pais, porque estamos aqui por conta da nossa filha, que quer ver a atração Ana Castela. Então, já que a cantora atrai esse público infantil, as pulseiras passam a segurança de que a qualquer momento, se ocorrer de nos desencontrarmos, a festa tem a segurança de estar com a pulseirinha, de ter um local de apoio, de identificar, já que é uma festa muito grandiosa”, diz.

A servidora pública Daniele Rodrigues estava acompanhada do esposo e dos dois filhos. Para ela, as pulseiras de identificação foram uma surpresa positiva na edição do Forró Caju de 2024. “Foi uma surpresa bacana que a gente viu em relação aos outros anos. A gente vê que aqui, principalmente mais cedo, é seguro, é tranquilo para a criança. A gente vê a importância de mostrar a cultura, mas sempre fica a preocupação de começar a encher, eles se empolgarem com alguma coisa e se perderem. E aí é bom, porque a gente fica um pouco mais tranquilo que vai ser encaminhado para um lugar seguro e alguém vai entrar em contato com a gente”, conta.

A dona de casa, Andressa Ramos, também levou sua filha para que pudesse assistir ao show da cantora Ana Castela, a terceira atração da segunda noite de Forró Caju. Para ela, a identificação dá uma sensação de maior segurança para os pais. “A gente se sente segura em meio a tanta gente. Ela está identificada e é mais fácil o contato”, conta.

Conselho Tutelar
O Conselho Tutelar, órgão responsável por guardar os direitos e garantir a proteção de crianças e adolescentes, participa do Forró Caju com a atuação de seis conselheiros por noite, sendo um de cada distrito. Com a atenção redobrada para possíveis violações de direitos, os profissionais reforçam que a responsabilidade principal é dos pais.

“Nosso papel é de estar vigilante. Primeiro, a responsabilidade é dos pais. Quando foge a essa linha, o Conselho Tutelar vai ter que agir com as medidas cabíveis, que é o encaminhamento, identificação do local, bairro, quem são os pais ou responsáveis, para que a gente possa direcionar, levar para o nosso stand e encontrar o responsável direto por aquela criança. Quando isso acontece, nós vamos, depois, dar uma advertência, porque a responsabilidade primeira é do pai. O Conselho está aqui para garantir o que é de direito da criança”, afirma o conselheiro tutelar do 3º distrito, Almir dos Santos.

“Orientamos aos pais que venham para cá, que venham com a responsabilidade de trazer o seu filho, participem da festa e possam retornar para casa ao seu lado. É uma ação de garantir o direito e a proteção da criança. A gente está vigiando, se tiver necessidade de sermos chamados, vamos tomar as medidas cabíveis”, garante o conselheiro.

 

Home

 

Deixe uma resposta