A 4 meses da eleição, tendência em Aracaju é por 2º turno entre Emília e Yandra Moura

A política é sim uma ciência, mas diferente da exatidão da matemática, seu referencial está na subjetividade. Isso por conta de uma série de possibilidades, que geralmente mudam os resultados finais, a depender de uma série de fatores, sejam eles internos ou externos. E, com a proximidade de mais um processo eleitoral, é quase que natural o acirramento de ânimos, inclusive entre aliados do mesmo agrupamento liderado pelo governador Fábio Mitidieri (PSD).

A vereadora Emília Corrêa (PL), que não tem nada com isso e que desde 2017 trilha o caminho da oposição, está muito bem avaliada, principalmente em quem vê como “cansativa” e “desgastada” a forma do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT) gerir a cidade. A pré-candidata a prefeita aparece bem posicionada em todos os cenários políticos, até o momento na capital.

Por sua vez, enquanto Emília “patina” sobre a escolha do seu pré-candidato a vice-prefeito na chapa, a deputada federal Yandra Moura e também pré-candidata para a PMA “saiu na frente” e encerrou qualquer possibilidade de especulação ao confirmar o “galeguinho” e ex-governador Belivaldo Chagas (PODE) como seu vice, “equilibrando” sua juventude, sagacidade e vontade de fazer com a experiência administrativa do ex-chefe do Executivo Estadual.

Um detalhe importante é que Emília e Yandra travaram um duelo “ácido” nas redes sociais, recentemente, e passaram a impressão de que a disputa em Aracaju já está polarizada entre as duas. Com todas “as vênias”, este é o cenário posto! Política muda conforme as nuvens, mas hoje, a quase quatro meses do 1º turno da eleição, a tendência é de um embate direto entre a vereadora e a deputada federal, deixando nomes como Luiz Roberto (PDT) e Danielle Garcia (MDB) “distantes” da “final do campeonato”…

De agora em diante, todos os ataques proferidos contra Emília Corrêa e Yandra Moura têm um único objetivo: fragilizar uma das duas (ou ambas) para ver se a base aliada consegue emplacar o “preferido” do prefeito de Aracaju e do governador Fábio Mitidieri. Este último, diga-se de passagem, permanece prejudicado do ponto de vista da articulação política. Quando Emília e Yandra se consolidam para o 2º turno, sinaliza que alguém do governo “comeu mosca”!

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