“…o PL partido da pré-candidata Emília Correa contratou uma pesquisa eleitoral que a colocava em vantagem absurda...”
O anúncio de que haveria a publicação de uma pesquisa eleitoral demonstrando o posicionamento dos pré-candidatos em Aracaju, tornou o início do dia de ontem bastante agitado na capital sergipana, e assim que o resultado foi divulgado, houve uma euforia entre os apoiadores da pré-candidata Emília Correa. Ela aparecia liderando a pesquisa, porém com um índice exagerado, e isso provocou uma suspeita quase que generalizada.
Atento, o corpo jurídico do PDT descobriu que havia algo de errado e pediu por via judicial a suspensão da duvidosa pesquisa.
A pré-candidata que é vereadora em Aracaju, está em pré-campanha desde o final do pleito de 2022, sem concorrente se tornou naturalmente favorita, mas o surgimento de outros nomes lançados por outros partidos, acabou ameaçando o citado favoritismo de Emília, que associado a outros fatos políticos, tem criado um aparente sentimento de desidratação da pré-candidaturadela.
A pré-campanha do PL tem enfrentado uma série de adversidades, e talvez a pesquisa encomendada a um instituto irregular, objetivasse reanimar a pré-candidata, que tem se utilizado de uma agenda apática.
Houve quem entendesse que o PL partido da pré-candidata Emília Correa contratou uma pesquisa eleitoral que a colocava em vantagem absurda, supostamente para intimidar adversários. Mas o Instituto contratado acabou sendo representado judicialmente por ter sido apontado que o mesmo não estava registrado conforme exigência da legislação.
A suspensão da pesquisa, que já estava sendo comemorada pelos aliados da pré-candidata, causou provavelmente um grande vexame nas hostes capitaneadas pelo empresário Edivam Amorim.




