A edição desta terça-feira, 12, do programa jornalístico “Liberdade com Batalha”, com apresentação do radialista Carlos Batalha, entrevistou o presidente da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Bruno Moraes. Em pauta: a decisão judicial que interditou o aterro sanitário da empresa Orizon (sucessora da Estre) em Rosário do Catete. Na oportunidade, o dirigente destacou que a prefietura ainda não foi notificada. “Com isso, agente entende que a própria Adema em conjunto com a procuradoria do estado esteja realizando a análise. Uma vez que empresa [Orizon] tinha permissão para está funcionando”, salientou.

De acordo com Bruno, a decisão torna inapta o aterro de Rosário. “Agora, ficamos no aguardo da decisão para saber se a Adema fará uma nova vistoria ao aterro, verificando as documentações e readequações foram adotadas. Estamos aguardando o órgão regulador. Mas, ainda não fomos notificados”, reforçou.

Na ocasião, o âncora do programa releu a decisão proferida pela justiça sergipana, que deixa a os cidadão preocupados. E, torna a Adema liberada a tomar uma imediata decisão. Prosseguindo, o presidente da Emsurb frisou que existem outras três unidades de aterro sanitário em funcionamento no estado. “E, por causa dessa decisão da justiça, estamos aguardando a notificação e comunicado da Adema para reavaliarmos a possibilidade de adotarmos um plano B”, salientou. Pois, segundo Bruno, “a polução não pode ficar a mercê”, disse.

Continuando, Bruno falou sobre os três aterros da empresa Termoclave (pertencente ao grupo Torre) existentes no estado  e que podem ser alvos de novos contratos. “A prefeitura de Aracaju tem que aguardar todos os trâmites da notificação e da licitação (em andamento) para que tudo seja resolvido”, citou. Sobre os aterros, Batalha ressaltou que ambos já realizam serviços  nas cidades de Barra dos Coqueiros, Itabaiana, Lagarto, dentre outros. Inclusive, o aterro de Itaporanga tem a mesma distância do situado em Rosário e que, já foi colocado a disposição da Emsurb com valor abaixo do praticado pela Arizon.

Questionado sobre a realização do contrato da prefeitura com empresa a  Orizon, que segundo a justiça não tem licença ambiental e que ainda assim promove crime ambiental, Bruno lembrou que a citada empresa tem culpado a Adema por demora na análise de documentação.

“A gestão de Aracaju prioriza a qualidade na prestação dos serviços e compreende os transtornos que esse tipo de decisão promove na sociedade”, concluiu Bruno.

 

 

 

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