Carlos Batalha: Eleições 2020 “É preciso saber distinguir o que é o novo e o que é o velho”!

Na política partidária, como na vida em si, é preciso saber distinguir o que é o novo e o que é o velho. Conceitos são formados, e opiniões são explicitadas, muitas das vezes de forma totalmente equivocada, quer seja por desinformação ou até mesmo por maldade.

Dentre as definições de novo, destacamos duas. “Pessoa jovem e de pouca idade” ou “quem está iniciando um novo ciclo, uma nova era”.

Dentre as definições de velho também destacamos duas. “Pessoa de idade avançada” ou “quem está concluindo e dando por encerrada uma etapa de ações”.

Partindo destas definições, não podemos menosprezar quem está começando um ciclo mesmo tendo pouca idade, mas com bagagem e aprendizado suficiente para colocar suas teorias em prática, nem muito menos agredir alguém que mesmo já tendo dado boa parte de sua vida aos serviços públicos ou privados, ainda tem muito a contribuir e emprestar sua experiência de vida, sapiência e liderança.

Estamos próximo às eleições de 15 de novembro próximo. Chapas estão sendo formadas, e os inimigos de plantão começam a atirar para todos os lados. Uns atiram porque realmente para eles o tempo já passou.

O tempo passou não apenas pela idade, mas sim pelos conceitos arcaicos, ultrapassados, e resquícios de pseudas lideranças, tipo regime feudal, onde ditava uma frase, e pronto, estava estabelecida uma ordem.

E outros atiram porque são afoitos, inexperientes, mal saídos da casca do ovo, e querem dar passos maiores do que as pernas alcançam.

No entanto, aos novatos e inexperientes muitas coisas são permitidas, inclusive a desculpa e o perdão pelos erros, equívocos e deslizes cometidos, o mesmo não podemos dizer de velhas lideranças ultrapassadas. As diferenças entre os dois opostos são gritantes.

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