Uma nova reunião do governador Belivaldo Chagas com o Comitê Gestor de Emergências (CGE) e o Comitê Gestor de Retomada Econômica (COGERE), prevista para acontecer nos dias 26 e 27 de agosto, deve tratar a respeito da terceira das quatro fases dos Territórios de Planejamento, medida que está sendo utilizada para a reabertura das atividades não essenciais paralisadas em virtude da pandemia de Covid-19.
Um dos estabelecimentos que podem voltar a funcionar nesta nova etapa do plano de retomada são as academias. Desde o primeiro decreto anunciado pelo Governo do Estado no dia 16 de março, 628 academias estão com suas atividades interrompidas, de acordo com o Sindicado das Academias de Sergipe.
“Atualmente, estamos com uma média de 10% das academias do Estado que encerraram de modo definitivo suas atividades. São aqueles proprietários de academias que deram baixa ao conselho, realmente fechando os estabelecimentos. Isso sem contar com outros proprietários que também já fecharam definitivamente suas academias, mas que ainda não contataram o conselho para registrar a ocorrência. O número é muito significativo e o impacto no setor deve ser forte“, contou o Vice-presidente do Sindicato das Academias de Sergipe, Igor Cunha.
Assim como aconteceu com a reabertura dos shoppings, que precisaram seguir protocolos sanitários e medidas de controle da capacidade máxima de lotação, por exemplo, o governo deve estabelecer medidas semelhantes que deverão ser tomadas em relação a reabertura das academias.
De acordo com Igor, uma das principais preocupações dos proprietários das academias, mesmo com a expectativa alta para a reabertura, é essa:
“Estamos com receio dos custos nesta volta das atividades, já que com certeza precisaremos reduzir o atendimento de clientes. Isso sem contar com a redução daqueles clientes que tiveram baixa na renda em virtude da pandemia e possivelmente corte os gastos com a academia, além das despesas operacionais com álcool, salinizantes, etc“, relatou.
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