Após a confirmação oficial da filiação do prefeito de Propriá, Dr. Valberto Oliveira, ao PSD (Partido Social Democrático), o presidente municipal da sigla no município, o ex- vereador Aelson Santos, aproveitou para esclarecer que a chegada do gestor municipal foi conduzida de forma democrática e ouvindo a todos.

“Há várias semanas já existiam as tratativas para a realização do ato de filiação dele ao partido. Com as conversas sendo realizadas através do então presidente estadual, deputado estadual Jeferson Andrade, do governador do estado, Fábio Mitidieri, e do Secretário da Casa Civil, deputado estadual licenciado Jorginho Araújo”, revelou o dirigente.
Segundo Aelson, trata-se de uma movimentação de fortalecimento da sigla, que desde 2011 está sob seu comando. “O PSD de Propriá acolhe de braços aberto o prefeito Dr. Valberto e todo o seu agrupamento”, revelou Aelson Santos.
Na oportunidade, Aelson rechaçou a falsa informação de que Valberto teria adentrado na sigla pela janela. Quando, na verdade, desde 2020 já existia a possibilidade da filiação do prefeito. Entretanto, a possibilidade de lançamento da candidatura própria do partido ao comando da prefeitura municipal inviabilizou a filiação. Inclusive, destacou, com o consentimento dos próceres da agremiação. Naquele ano, lembra Aelson, o partido em conjunto recuou do desejo de lançar candidato próprio.
Voltando a falar sobre a chegada de Valberto ao PSD, Aelson frisou que não tem nenhuma objeção a vinda do gestor a sigla. Pois, o objetivo sempe foi o de agregar e atrair nomes com representatividade. Na ocasião, Aelson descartou as insinuações de que faria parte do secretariado e de que mudaria de partido.
“Tenho minhas divergências com determinadas situações administrativas da gestão. O que é natural. Afinal, ninguém é infalível”, reconheceu. Contudo, segundo Aelson, irá conversar nos próximos dias com o prefeito. Com o propósito de fazer com que o partido possa contribuir com a administração.
Em relação a possibilidade de sair do partido, o dirigente disse ter a confiança dos líderes da agremiação, onde “não sou um líder, na verdade sou um liderado”, disse.
Por: Elder Santos
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