No mesmo dia em que o mundo começou a falar sobre queda de juros nos Estados Unidos, o Brasil voltou a falar de aumento da taxa Selic. Com as incertezas no campo fiscal e a previsão de aumento dos gastos públicos, a curva de juros futuros já mostra os juros passando dos 15% em 2023.

Nesta quarta-feira (23), enquanto a ata do banco central americano apontou para uma desaceleração dos juros e possível queda das taxas em 2023, o presidente do banco central brasileiro, Roberto Campos Neto, sinalizou que a queda da taxa Selic, esperada para meados do ano que vem, pode não se concretizar. Ele utilizou algumas vezes a palavra “inflexão”, enfatizando que o momento é de mudanças na condução da política econômica.
Selic deve voltar a subir com aumento do risco fiscal, dizem especialistas




