Com negociações travadas em torno da eventual Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tira o Auxílio Brasil do teto de gastos, uma medida provisória sobre o assunto, a ser editada com força de lei no início do mandato do próximo governo, tem ganhado força.
Dessa forma, o que era “plano B” está próximo de ser tornar o “plano A” do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Diante das dificuldades encontradas, parte de senadores e deputados federais da base do governo eleito passaram a defender nas últimas horas que a equipe de transição desista da ideia de tentar aprovar a chamada PEC do Estouro no Congresso Nacional. A proposta não teve, até o momento, o texto final apresentado.
Na avaliação dos parlamentares, o texto preliminar está mal escrito e sofre muita rejeição no Parlamento. A falta de prazo para que o Auxílio Brasil, que deve voltar a se chamar Bolsa Família, fique fora do teto de gastos e o tamanho do rombo fiscal extratexto são os pontos mais discutidos, tanto por aliados, como pela oposição.




