Vindo de leve ganho de 2,92% no ano anterior, o primeiro da pandemia, o Ibovespa encontrou fôlego nesta quinta-feira (30) com giro superior ao observado nas três últimas sessões, para limitar um pouco as perdas de 2021, ainda assim a 11,93%, o pior desempenho desde a retração de 13,31% observada em 2015 – e o primeiro recuo anual desde então.

No último pregão do ano, a referência da B3 subiu 0,69%, a 104.822,44 pontos, perdendo força na reta final com Nova York. Nesta quinta-feira, oscilou entre mínima de 104.106,37 e máxima de 105.269,01 pontos, com giro um pouco melhor, a R$ 27,3 bilhões nesta última sessão do ano, em que o Ibovespa encerra de forma bem distinta da vista em 2020, quando no mesmo dia foi a 119 mil pontos e tocou, naquele 30 de dezembro, a então inédita marca de 120 mil pontos.




