Existe um velho ditado popular que diz. ” quem não deve não teme”.
O ditado que colocamos acima deve ser lido e interpretado como a mais pura verdade, e podemos citar vários exemplos.
Se não devo nada a ninguém não posso ter medo de cobrador em minha porta.
Se estou com o meu veículo e os meus documentos em dia, não posso temer nenhuma blitz.
Se o meu estabelecimento está com os impostos regulares não temo nenhuma fiscalização.
Daí, podemos daqui perguntar. Quem tem medo do voto auditável? Acrescentamos ainda. Se tem medo, explique o porque.

URNAS ELETRÔNICAS
As urnas eletrônicas no Brasil foram implantas em algumas cidades do país nas eleições municipais de 1996. A princípio surgindo como uma novidade revolucionária, a engenhoca era apontada como um avanço da tecnologia brasileira, que largando na frente dos demais países, inclusive das grandes potencias mundiais, logo logo seria copiado, mas ficaria com a marca de pioneiro.
OUTROS NÃO QUISERAM

Após as eleições de 1996 outros pleitos vieram, mas as urnas eletrônicas não encantaram os demais países como se esperava.
Na realidade, algumas potências a exemplo dos EUA chegaram a testar a geringonça, o mesmo acontecendo com países menores, mas nenhum deles deu sinal positivo para utilização das urnas durante seus respectivos pleitos, continuando com o tradicional processo de votação com o preenchimento da cédula de papel, fazendo com que o período de apuração dure até mais de trinta dias como ocorreu na última eleição presidencial do país americano.
MOTIVOS DE RECUSA

Alguns motivos são apontados pelos demais países para a recusa da urna eletrônica, sendo o principal deles a falta de segurança.
Sem querer daqui entrar no mérito de segurança ou não da urna, existe uma questão muito básica que já a coloca sob suspeição. Todos sabem que o equipamento eletrônico é programado pelo homem, e em assim sendo ele é factível de falhas, e ou fraudes. Claro que sim. Se o homem programa por exemplo um robô para correr, ele pode programá-lo para correr 20, 30 ou 100 quilômetros. É um exemplo um tanto quanto grotesco, mas é um exemplo para que as pessoas possam compreender que a urna eletrônica nada mais é do que um aparelho programado pelo homem.
MENTIRAS QUANTO AO VOTO AUDITÁVEL

Nos últimos meses temos ouvido muitas mentiras a respeito do voto auditável. Mentiras que partem de todos os lados. Mentem os políticos de esquerda. Mente a grande mídia que é contra Bolsonaro, e mentem de forma mais grave alguns membros do judiciário.
Estão de forma maquiavélica tentando incutir na mente dos brasileiros que o voto auditável seria o retorno da velha cédula de papel. TREMENDA MENTIRA.
VOTO AUDITÁVEL É UM RECIBO
Para ser muito objetivo na explicação do que é voto auditável, afirmamos aqui que nada mais é do que um recibo.
Se o amigo leitor entra em uma farmácia para comprar um simples analgésico, efetua o pagamento a dinheiro ou cartão, o caixa lhe entrega um ticket recibo. Esse mesmo procedimento ocorre em qualquer outra circunstância onde exista um relacionamento de troca, de compra, de crédito, de débito, ou de depósito.
VOTO É UM DEPÓSITO

O eleitor quando se dirige a uma urna ele vai depositar um voto de confiança no candidato A ou B. Em assim sendo, o mais correto é ele ter um “recibo” do depósito que foi feito. Querer negar esse recibo é simplesmente querer usurpar, querer esconder, ou não dar quitação do depósito efetuado.
Em sendo assim, concluímos aqui retomando a pergunta inicial. Quem tem medo do voto auditável?
Qual a intenção em querer sonegar um recibo?
Porque não se guardar um comprovante daquilo que foi depositado?
Finalizamos com uma outra pergunta.
Será que debaixo desde angu tem caroço?
Quem quiser assuma a carapuça.

Carlos Batalha
Jornalista e Radialista
Jornalista e Radialista
https://folhadesergipe.com/




