Embora esteja conversando com diversas alas políticas, planejando o pleito eleitoral de 2022, o ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PR), já deu a entender que a aliança será com a ala governista. Durante entrevista ao quadro Narcizo Machado Convida, pelo instagram do Portal Fan F1, nesta quarta-feira, 5, Valmir garantiu que irá concorrer a um cargo eletivo no ano que vem, mas não confirma ainda qual cadeira vai disputar.
Seduzido por alguns correligionários para encabeçar uma chapa majoritária, Valmir prega cautela no discurso e disse que pretende ouvir o seu agrupamento político – mas deixou transparecer que o grupo está caminhando para o lado governista.
“Talysson (deputado estadual e filho de Valmir) tem uma proximidade muito boa com o governador e o chefe da Casa Civil, e eu tenho conversado com Ullices Andrade e Fábio (Mitidieri)”, disse Valmir, durante a live. Apesar dos primeiros indícios de uma aliança, o ex-prefeito da cidade serrana garante que só tomará uma decisão no ano que vem.

Cotado como um dos nomes para disputar o Governo, com eventual aval de Belivaldo Chagas, Valmir reconheceu durante a live que os nomes que aparecem neste mesmo cenário são fortes. “O nome mais preparado para governar Sergipe? Qualquer opinião é muito prematura. Tivemos uma boa conversa com Ulices Andrade, e eu o acho extremamente preparado, mas tudo está aberto para o diálogo. Laércio Oliveira, Fábio e Edvaldo também são nomes bons. Vamos aguardar uma avaliação”, pontuou.
Na agenda política do ex-prefeito, no entanto, ainda há conversas com lideranças políticas importantes. Valmir não esconde que pretende ouvir outros grupos. “Tem José Carlos Machado (ex-deputado) e Eduardo Amorim (ex-senador) para ouvir. Tem André Moura. Tudo isso será colocado em pauta e discutido no momento certo. O nosso grupo tem um rumo e o tomaremos em conjunto. Valmir não governa sozinho e minha vontade não se põe acima. Tenho vontade de ser candidato, e de ser o que o povo quiser. No momento certo, se a sociedade entender, irei ser candidato ao governo”, acrescentou.




