Publiquei aqui na @folhadesergipe.com, na semana passada, que o Governador Belivaldo Chagas havia acertado na dose das medidas anunciadas para tentar segurar o avanço da Covid 19.
Hoje, mais uma vez, o homem acertou. Não aplicou uma dose cavalar (lockdown), nem muito menos soltou às rédeas.

Na condição do mais alto mandatário do nosso estado, e com a obrigação de zelar por tudo e por todos, o moço de Simão Dias deve estar passado noites em claro.
Deve estar vivendo dramas íntimos tipo o que fazer? Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Comumemblante carregado, demonstrando preocupação com a situação, e indignação com o descaso de parte da população com o perigo do Covid 19, o governador lembrou o fato de um grande casamento que foi realizado às escondidas, e dias depois o noivo acabou falecendo vítima do vírus.

Para quem esperava o fechamento total do estado, o que levaria a outros problemas como depressão, desemprego e até suicídios, o governador até certo ponto no seu pronunciamento trouxe um certo alívio. Bares, restaurantes e similares funcionando com redução das suas capacidades até a tarde de sexta-feira, o mesmo acontecendo com academias. Diferença no horário de funcionamento do comércio. Fechamento dos shoppings a partir das 21hs de sexta-feira, suspensão de aulas nas escolas particulares até 5 de abril, e início do ano letivo nas escolas públicas também a partir do dia 5.

Em assim sendo, as medidas sensatas anunciadas até agora pelo Governador Belivaldo Chagas, não permitirão que tenhamos cenas tristes como a que vemos acima em Salvador em plena luz do dia, em uma das suas principais avenidas, ligando dois importantes shoppings. Vamos aguardar mais uma semana. Na próxima quinta, nova reunião do Comitê Científico do governo, e se a situação não melhorar, principalmente por irresponsabilidade e desleixo de parte da população, Belivaldo estará tomando novas medidas e se por acaso elas forem mais severas, ninguém poderá culpá-lo, porque na realidade ele vem fazendo o possível para segurar o ímpeto do vírus, sem causar maiores estragos aos setores produtivos do estado nas mais diversas áreas.
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