O presidente da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (FAMES), Christiano Cavalcante, disse em entrevista ao Jornal da Fan 2ª Edição que não ocupará cargo público em Capela, onde a esposa foi reeleita, e nem em Ilha das Flores, onde conseguiu eleger o seu sucessor.
“O município de Capela e Ilha das Flores estarão bem representados. Não ocuparei cargo em nenhum dos dois municípios. Sou advogado e colocarei meu terno e irei trabalhar. Continuarei na Fames. Tenho dois mandatos como prefeito e são mandatos exitosos, tanto que conseguimos fazer o nosso sucessor com votação histórica”, disse Christiano ao radialista George Magalhães.
Questionado sobre a possibilidade de uma disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), Christiano disse que permanece à disposição do grupo.
“Iremos terminar o mandato agora e vamos ouvir o agrupamento. Se for a vontade, estou pronto. Estou saindo de uma eleição agora, não é o momento, mas estou à disposição do grupo”, pontuou o presidente da FAMES, que permanece pelos próximos dois anos à frente da entidade.
O presidente aproveitou a oportunidade para falar do encontro com os novos prefeitos recém-eleitos e também sobre o processo de transição, que vem sendo acompanhado de perto pela FAMES.
“Estamos realizando na próxima segunda-feira o primeiro encontro com os novos prefeitos, que foram eleitos em 2020. Já estamos vendo a transição em alguns municípios. Serão abordados os temas da saúde, educação, até a segurança. E faremos isso agora na transição até os primeiros meses de mandato. Serão anos muito difíceis e que vão requerer ainda mais união dos gestores para ultrapassar os problemas. Nosso intuito sempre é defender a população, a sociedade sergipana”, explicou Christiano.
E finalizou: “Existe um alinhamento muito bom da nossa Federação com o Tribunal de Contas de Sergipe. Firmamos uma parceria nos últimos anos para que a gente possa promover cursos e capacitar ainda mais os gestores. Montamos uma equipe da gestão que termina e outra da gestão que se inicia para uma transição tranquila, equilibrada e que não haja nenhum prejuízo. Estamos vendo a coisa de forma tranquila e sem intimidação. Todos estão com o espírito já desarmado em prol da gestão pública”.




